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	<title>Comentários sobre: AMK &#8211; Auto do Manoel Kongo</title>
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	<description>Linguagem, Sociedade e Cultura</description>
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		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-163</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:53:27 +0000</pubDate>
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		<description>Ah ah ah ah ah !</description>
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		<title>Por: José Luiz</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-162</link>
		<dc:creator>José Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 18:58:07 +0000</pubDate>
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		<description>É nisso que dá dizer que &quot;Manuel Kongo vive!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É nisso que dá dizer que &#8220;Manuel Kongo vive!&#8221;</p>
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		<title>Por: Fátima Porsa</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-158</link>
		<dc:creator>Fátima Porsa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 00:30:20 +0000</pubDate>
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		<description>Fiquei comovida com a história desse quilombo,comtudo,há muito gostaria de fazer uma reportagem com o chefe desse quilombo,se possível.Como posso fazer?Por favor entre em contato pelo meu e-mail.Desde já agradeço.
Fátima Sá</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei comovida com a história desse quilombo,comtudo,há muito gostaria de fazer uma reportagem com o chefe desse quilombo,se possível.Como posso fazer?Por favor entre em contato pelo meu e-mail.Desde já agradeço.<br />
Fátima Sá</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-154</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 11:32:41 +0000</pubDate>
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		<description>(Em Tempo: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;USS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é a sigla para &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Universidade Severino Sombra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, importante entidade educacional da cidade de Vassouras)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Em Tempo: <strong><em>USS</em></strong> é a sigla para <strong><em>Universidade Severino Sombra</em></strong>, importante entidade educacional da cidade de Vassouras)</p>
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	<item>
		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-153</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 11:29:59 +0000</pubDate>
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		<description>(E a resposta do José Luiz Júnior:)

&lt;em&gt;&quot;Oi Spírito,


Eu havia lido o post sim, no overmundo primeiro e depois no seu blog. Fiquei completamente encantado com a idéia. Na época em que eu li estava ocorrendo uma discussão muito produtiva sobre o Cortejo de Tradições do Festival Vale do Café. Acompanhei de perto todo o desenrolar dela, embora não tenha comentado porque participei diretamente da produção do Cortejo em 2006 e 2007 e naquele momento ainda fazia parte da produção. Não quis parecer nem anti-ético nem tendencioso. Ainda assim forneci subsídios ao Egeu, inclusive com opiniões minhas.

Mais tarde, já afastado da produção e com maior acúmulo, achei pertinente incorporar minhas críticas e opniões sobre o Cortejo na minha tese de graduação (vou te enviar): &quot;Turismo e Patrimônio Cultural em Vassouras: um caso de amor e ódio&quot;

Estou tocando nesse assunto porque ele ainda é muito atual, o cortejo ainda tem muitos problemas (talvez mais rápido do que possamos imaginar ele se transforme totalmente num aparato comercial, com venda de abadá e o resto todo).

E acredito com muita fé na possibilidade de que eventos como o Auto de Manoel Congo (da maneira como você propõe) sejam um contraponto fundamental ao que existe hoje.

Pois bem, vamos aos detalhes.

No momento, estou particularmente com uma abertura de articulação (local) bem bacana. O momento está realmente muito propício, e ás vezes parece que tudo está interligado, se é que você me entende, rs...

Mal tenho conseguido dormir diante da possibilidade de fazer tantas coisas legais.

Estou à frente desse projeto do Centro Cultural da USS, que te falei anteriormente. Lá a verba é pequeníssima. Ainda não dá pra produzir um esquete.(AINDA)

Porém, podemos contar com todos os recursos logísticos, humanos e materiais da universidade.E ainda temos parceiros estratégicos que poderão suprir uma eventual necessidade que não possamos suprir diretamente.

Um outro fato importante nesse balaio de articulação é que fui convidado pelo secretário municipal de cultura e turismo (que também é o coordenador do curso de turismo em que me formei) para assumir a área de projetos da secretaria. O secretário é um homem humilde, &quot;do povo&quot; e é muito bem intencionado. Sem exagero nenhum, é o primeiro ocupante da pasta (desde que ela existe) que não pertence à alguma família tradicional ou qualquer membro da elite vassourense.

Então, além da Universidade, temos também toda estrutura da secretaria, o que inclui recurso direto do orçamento dela, que é muito pouco, como na maioria dos municípios brasileiros, mas será suficiente para nos ajudar na empreitada.

Não posso deixar de citar também o PIM (Programa Integração pela Música), que era um Ponto de Cultura e agora se tornou Pontão.

Trabalhei 3 anos na assessoria de comunicação e na elaboração de projetos desse importante programa social aqui do interior (www.pim-org.com).

Hoje não estou mais vinculado profissionalmente ao PIM, mas ainda mantenho um vínculo afetivo muito grande e sou amigo pessoal dos jovens e dirigentes do programa. Tenho certeza de que serão um parceiro importante pra nós.

O restante penso em conseguir via lei de incentivo federal e estadual, via prefeitura municipal, e via SEPPIR que tem sido uma parceria importante no Centro Cultural.

E assim, sem demagogia, o apoio mais importante que temos é o apoio dos grupos e manifetações populares. Não só para
se apresentarem, mas pra se envolverem mesmo em todo o processo. Por ora podemos contar com o Caxambú Renascer de Vassouras (ganhamos um prêmio de cultura popular do Governo do Estado nessa última edição dos editais, já como projeto desenvolvido na incubadora); O Jongo de Pinheiral (Você com certeza deve conhecer a Fatinha).Se não conhece ainda, terá o prazer. Fatinha é mestre Jongueira e transformou seu jongo em um ponto de cultura do MinC. Aliás, Fatinha está ocupando hoje
um lugar que já ocupei, que é o lugar de &quot;Griô Aprendiz&quot; no projeto Raízes do Vale. Vc já ouviu falar na Ação Griô?

A Ação Griô é outra parceira importante que poderíamos envolver de alguma forma nesse processo.

Poderemos também contar com o apoio de dois grupos de capoeira daqui de Vassouras mesmo, no mínimo 5 Folias-de-Reis (caso seja necessário).

O pessoal do Jongo do Quilombo São José além do próprio seu Tuninho Canecão. A Caninha verde de Ferreiros, o Calango e as rezadeiras de Juparanã. E muito mais gente.

Não sei, rs, acho que já falei demais, me desculpe.

Sei que ainda precisamos conversar muito. Mas condensando tudo, essa é mais ou menos minha idéia.

Grande Abraço,
Júnior&lt;/em&gt;&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(E a resposta do José Luiz Júnior:)</p>
<p><em>&#8220;Oi Spírito,</p>
<p>Eu havia lido o post sim, no overmundo primeiro e depois no seu blog. Fiquei completamente encantado com a idéia. Na época em que eu li estava ocorrendo uma discussão muito produtiva sobre o Cortejo de Tradições do Festival Vale do Café. Acompanhei de perto todo o desenrolar dela, embora não tenha comentado porque participei diretamente da produção do Cortejo em 2006 e 2007 e naquele momento ainda fazia parte da produção. Não quis parecer nem anti-ético nem tendencioso. Ainda assim forneci subsídios ao Egeu, inclusive com opiniões minhas.</p>
<p>Mais tarde, já afastado da produção e com maior acúmulo, achei pertinente incorporar minhas críticas e opniões sobre o Cortejo na minha tese de graduação (vou te enviar): &#8220;Turismo e Patrimônio Cultural em Vassouras: um caso de amor e ódio&#8221;</p>
<p>Estou tocando nesse assunto porque ele ainda é muito atual, o cortejo ainda tem muitos problemas (talvez mais rápido do que possamos imaginar ele se transforme totalmente num aparato comercial, com venda de abadá e o resto todo).</p>
<p>E acredito com muita fé na possibilidade de que eventos como o Auto de Manoel Congo (da maneira como você propõe) sejam um contraponto fundamental ao que existe hoje.</p>
<p>Pois bem, vamos aos detalhes.</p>
<p>No momento, estou particularmente com uma abertura de articulação (local) bem bacana. O momento está realmente muito propício, e ás vezes parece que tudo está interligado, se é que você me entende, rs&#8230;</p>
<p>Mal tenho conseguido dormir diante da possibilidade de fazer tantas coisas legais.</p>
<p>Estou à frente desse projeto do Centro Cultural da USS, que te falei anteriormente. Lá a verba é pequeníssima. Ainda não dá pra produzir um esquete.(AINDA)</p>
<p>Porém, podemos contar com todos os recursos logísticos, humanos e materiais da universidade.E ainda temos parceiros estratégicos que poderão suprir uma eventual necessidade que não possamos suprir diretamente.</p>
<p>Um outro fato importante nesse balaio de articulação é que fui convidado pelo secretário municipal de cultura e turismo (que também é o coordenador do curso de turismo em que me formei) para assumir a área de projetos da secretaria. O secretário é um homem humilde, &#8220;do povo&#8221; e é muito bem intencionado. Sem exagero nenhum, é o primeiro ocupante da pasta (desde que ela existe) que não pertence à alguma família tradicional ou qualquer membro da elite vassourense.</p>
<p>Então, além da Universidade, temos também toda estrutura da secretaria, o que inclui recurso direto do orçamento dela, que é muito pouco, como na maioria dos municípios brasileiros, mas será suficiente para nos ajudar na empreitada.</p>
<p>Não posso deixar de citar também o PIM (Programa Integração pela Música), que era um Ponto de Cultura e agora se tornou Pontão.</p>
<p>Trabalhei 3 anos na assessoria de comunicação e na elaboração de projetos desse importante programa social aqui do interior (www.pim-org.com).</p>
<p>Hoje não estou mais vinculado profissionalmente ao PIM, mas ainda mantenho um vínculo afetivo muito grande e sou amigo pessoal dos jovens e dirigentes do programa. Tenho certeza de que serão um parceiro importante pra nós.</p>
<p>O restante penso em conseguir via lei de incentivo federal e estadual, via prefeitura municipal, e via SEPPIR que tem sido uma parceria importante no Centro Cultural.</p>
<p>E assim, sem demagogia, o apoio mais importante que temos é o apoio dos grupos e manifetações populares. Não só para<br />
se apresentarem, mas pra se envolverem mesmo em todo o processo. Por ora podemos contar com o Caxambú Renascer de Vassouras (ganhamos um prêmio de cultura popular do Governo do Estado nessa última edição dos editais, já como projeto desenvolvido na incubadora); O Jongo de Pinheiral (Você com certeza deve conhecer a Fatinha).Se não conhece ainda, terá o prazer. Fatinha é mestre Jongueira e transformou seu jongo em um ponto de cultura do MinC. Aliás, Fatinha está ocupando hoje<br />
um lugar que já ocupei, que é o lugar de &#8220;Griô Aprendiz&#8221; no projeto Raízes do Vale. Vc já ouviu falar na Ação Griô?</p>
<p>A Ação Griô é outra parceira importante que poderíamos envolver de alguma forma nesse processo.</p>
<p>Poderemos também contar com o apoio de dois grupos de capoeira daqui de Vassouras mesmo, no mínimo 5 Folias-de-Reis (caso seja necessário).</p>
<p>O pessoal do Jongo do Quilombo São José além do próprio seu Tuninho Canecão. A Caninha verde de Ferreiros, o Calango e as rezadeiras de Juparanã. E muito mais gente.</p>
<p>Não sei, rs, acho que já falei demais, me desculpe.</p>
<p>Sei que ainda precisamos conversar muito. Mas condensando tudo, essa é mais ou menos minha idéia.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Júnior</em>&#8220;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-152</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 19:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://spiritosanto.wordpress.com/2007/08/08/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-152</guid>
		<description>José Luiz,

Sensacional o teu contato. Fico muito agradecido pelo seu interesse e, particularmente surpreso com a escolha do nome do Epifânio Moçambique para esta tão importante homenagem.

Claro que estou interessadíssimo na sua proposta, o texto do Auto do Manoel Kongo foi a minha primeira investida no ramo e é um desafio ainda em suspense. Não sei se você sabe, mas, a peça quase estreou aí em Vassouras com um elenco de atores negros da pesada, todos ainda sonhando com o espetáculo que visava, entre outras coisas retirar esta turma da armadilha profissional que era o mercado televisivo, no qual faziam, invariavelmente, papéis de marginais e domésticas, dando-lhes uma chance de representar papéis de verdade.

Acho que o momento seria muito propício para a encenação, em vários aspectos, entre eles o bom momento político, com uma simpatia por estes temas sendo estimulada pela posse do Obama, pela promulgação da lei 10639, pela relação entre o IPHAN e a Fundação Palmares, o surgimento de uma política de reconhecimento de quilombos remanescentes e pela criação de uma secretaria de promoção racial no âmbito do Governo do Estado, fatores que se não bancam, financeiramente a produção do espetáculo, pelo menos abrem algumas portas.

Redirecionei o teu simpático comentário para este post diretamente ligado ao assunto no qual há uma resenha bem completa do espetáculo que, não sei se você já leu (a resenha, porque o texto achei por bem não publicar ainda, até que aparecesse uma oportunidade como esta que você sugere).

Estou curioso para que você me conte mais alguns detalhes sobre proposta e se você já tem uma idéia quanto aos meios de realizá-la.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Luiz,</p>
<p>Sensacional o teu contato. Fico muito agradecido pelo seu interesse e, particularmente surpreso com a escolha do nome do Epifânio Moçambique para esta tão importante homenagem.</p>
<p>Claro que estou interessadíssimo na sua proposta, o texto do Auto do Manoel Kongo foi a minha primeira investida no ramo e é um desafio ainda em suspense. Não sei se você sabe, mas, a peça quase estreou aí em Vassouras com um elenco de atores negros da pesada, todos ainda sonhando com o espetáculo que visava, entre outras coisas retirar esta turma da armadilha profissional que era o mercado televisivo, no qual faziam, invariavelmente, papéis de marginais e domésticas, dando-lhes uma chance de representar papéis de verdade.</p>
<p>Acho que o momento seria muito propício para a encenação, em vários aspectos, entre eles o bom momento político, com uma simpatia por estes temas sendo estimulada pela posse do Obama, pela promulgação da lei 10639, pela relação entre o IPHAN e a Fundação Palmares, o surgimento de uma política de reconhecimento de quilombos remanescentes e pela criação de uma secretaria de promoção racial no âmbito do Governo do Estado, fatores que se não bancam, financeiramente a produção do espetáculo, pelo menos abrem algumas portas.</p>
<p>Redirecionei o teu simpático comentário para este post diretamente ligado ao assunto no qual há uma resenha bem completa do espetáculo que, não sei se você já leu (a resenha, porque o texto achei por bem não publicar ainda, até que aparecesse uma oportunidade como esta que você sugere).</p>
<p>Estou curioso para que você me conte mais alguns detalhes sobre proposta e se você já tem uma idéia quanto aos meios de realizá-la.</p>
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	<item>
		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-151</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 19:02:37 +0000</pubDate>
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		<description>Redirecionando um post sensacional enviado ao Blog)	
Enviado em 24/02/2009 às 17:35

&lt;em&gt;&quot;Olá Spirito. Me desculpe usar esse espaço de comentário do post para tratar de outro assunto que não o post. Mas não encontrei outra forma de entrar em contato com você. Me chamo José Luiz, sou de Vassouras-RJ. Sou produtor cultural e pesquisador. Acabei de me formar em Turismo pela USS. 

Já faz um tempo que eu acompanho e admiro seu trabalho e gostaria de me corresponder para falar sobre um trabalho muito bacana aqui em Vassouras, do qual eu faço parte. Estamos trabalhando na resignificação de um prédio tombado pelo IPHAN, onde funcionará o Centro de Cultura e Arte Popular da USS. Entre os projetos do Centro, há o Corredor Cultural Epifânio Moçambique que liga o centro histórico ao pelourinho onde fica o Memorial Manoel Congo. 

O espaço geográfico é real, mas estamos nos focando na parte simbólica de tal corredor. Em 20 de novembro desse ano iremos inaugurar o Núcleo de Referência em Cultura Afrobrasileira, menina dos olhos do Centro Cultural. 

Temos uma ligação muito próxima com as tradições populares de Vassouras, e junto com elas formamos uma incubadora de projetos. Sei também que você é autor do Auto de Manoel Kongo, e gostaríamos muitíssimo de realizá-lo em parceria com você se for possível.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Redirecionando um post sensacional enviado ao Blog)<br />
Enviado em 24/02/2009 às 17:35</p>
<p><em>&#8220;Olá Spirito. Me desculpe usar esse espaço de comentário do post para tratar de outro assunto que não o post. Mas não encontrei outra forma de entrar em contato com você. Me chamo José Luiz, sou de Vassouras-RJ. Sou produtor cultural e pesquisador. Acabei de me formar em Turismo pela USS. </p>
<p>Já faz um tempo que eu acompanho e admiro seu trabalho e gostaria de me corresponder para falar sobre um trabalho muito bacana aqui em Vassouras, do qual eu faço parte. Estamos trabalhando na resignificação de um prédio tombado pelo IPHAN, onde funcionará o Centro de Cultura e Arte Popular da USS. Entre os projetos do Centro, há o Corredor Cultural Epifânio Moçambique que liga o centro histórico ao pelourinho onde fica o Memorial Manoel Congo. </p>
<p>O espaço geográfico é real, mas estamos nos focando na parte simbólica de tal corredor. Em 20 de novembro desse ano iremos inaugurar o Núcleo de Referência em Cultura Afrobrasileira, menina dos olhos do Centro Cultural. </p>
<p>Temos uma ligação muito próxima com as tradições populares de Vassouras, e junto com elas formamos uma incubadora de projetos. Sei também que você é autor do Auto de Manoel Kongo, e gostaríamos muitíssimo de realizá-lo em parceria com você se for possível.</em></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucimar Assumpção de Nonno</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/02/25/amk-auto-do-manoel-kongo/#comment-120</link>
		<dc:creator>Lucimar Assumpção de Nonno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 22:44:27 +0000</pubDate>
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		<description>Fico muito feliz em saber que há um interesse em contar a historia de manoel Congo. Trabalho no município de Paty do Alferes e tenho lido muitas coisas da vida de Manoel Congo. No município temos a lendária Gruta de Manoel Congo, que teria sido um local de esconderijo durante a fuga. Realmente esta personalidade merece respeito e um resgate de sua história. Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico muito feliz em saber que há um interesse em contar a historia de manoel Congo. Trabalho no município de Paty do Alferes e tenho lido muitas coisas da vida de Manoel Congo. No município temos a lendária Gruta de Manoel Congo, que teria sido um local de esconderijo durante a fuga. Realmente esta personalidade merece respeito e um resgate de sua história. Parabéns!</p>
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