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	<title>Comentários sobre: O Camelo na Agulha</title>
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	<description>Linguagem, Sociedade e Cultura</description>
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		<title>Por: Spirito</title>
		<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/06/01/o-camelo-na-agulha/#comment-178</link>
		<dc:creator>Spirito</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:58:13 +0000</pubDate>
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		<description>Acabo de ler em O&#039; Globo de hoje, 26 de junho de 2009, um artigo assinado por um tal de Rodrigo Constantino (leia o artigo e as demais idéias dele &lt;a href=&quot;http://rodrigoconstantino.blogspot.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;) exatamente igual a um artigo do Ali Kamel (inclusive com as mesmas citações ao  caquético livro de Thomas Sowell) que me lembrava, vagamente de ter lido há muitos anos atrás. 
Acabei caindo no site do Observatório da Imprensa (via google) onde me deparei&lt;a href=&quot;http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=284DAC001&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;com um artigo que eu mesmo havia escrito &lt;/a&gt;naquela ocasião debatendo a cruzada de Ali Kamel contra as cotas que começava ali, naquela época.
O que mais surpreendeu é ter voltado ali depois de incríveis cinco anos (!) e ver que não andamos um milímetro no debate da questão.

O rebarbativo texto de Rodrigo Constantino (cujo único crédito fornecido pelo jornal é o de pertencer a um tal de &#039;Instituto Mileninun&#039;), publicado, sabe-se lá por que méritos, em destaque; num jornal tão importante como O&#039; Globo, dá bem a medida do ponto em que chegou a imprensa do Brasil nestes tempos de ética zero.
Outra coisa que me causou muita estranheza também foi a grande afinação que se começa a perceber no discurso quase ipsis leteris destas pessoas, a similaridade de suas teses e de suas referências, digamos... bibliográficas dando-me a nítida e desagradável impressão de que são uma espécie de instituição organizada, uma confraria, sei lá. O certo é a achei arrepiante esta minha impressão.

Sei não...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ler em O&#8217; Globo de hoje, 26 de junho de 2009, um artigo assinado por um tal de Rodrigo Constantino (leia o artigo e as demais idéias dele <a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/" rel="nofollow">aqui</a>) exatamente igual a um artigo do Ali Kamel (inclusive com as mesmas citações ao  caquético livro de Thomas Sowell) que me lembrava, vagamente de ter lido há muitos anos atrás.<br />
Acabei caindo no site do Observatório da Imprensa (via google) onde me deparei<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=284DAC001" rel="nofollow">com um artigo que eu mesmo havia escrito </a>naquela ocasião debatendo a cruzada de Ali Kamel contra as cotas que começava ali, naquela época.<br />
O que mais surpreendeu é ter voltado ali depois de incríveis cinco anos (!) e ver que não andamos um milímetro no debate da questão.</p>
<p>O rebarbativo texto de Rodrigo Constantino (cujo único crédito fornecido pelo jornal é o de pertencer a um tal de &#8216;Instituto Mileninun&#8217;), publicado, sabe-se lá por que méritos, em destaque; num jornal tão importante como O&#8217; Globo, dá bem a medida do ponto em que chegou a imprensa do Brasil nestes tempos de ética zero.<br />
Outra coisa que me causou muita estranheza também foi a grande afinação que se começa a perceber no discurso quase ipsis leteris destas pessoas, a similaridade de suas teses e de suas referências, digamos&#8230; bibliográficas dando-me a nítida e desagradável impressão de que são uma espécie de instituição organizada, uma confraria, sei lá. O certo é a achei arrepiante esta minha impressão.</p>
<p>Sei não&#8230;</p>
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