Ui, ui!! Quase fui gay! Pra acabar de vez com esta homofobia

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O Titio está velho para debater estas coisas.”

A esfarrapada e escapista desculpa que dei para mim mesmo não colou e eu fiquei ali, nas cordas, com o dedo virtual de vários amigos em riste, apontando para mim aquela acusação de nome estranho e sem sentido:

_Homofobico!Homofobico!_”

Ai, ai. E eu que fugia do assunto feito o diabo da cruz para preservar a minha integridade, a minha saúde, a minha paz interior, pois, bem sabia que o tema era puro terror destilado aos potes para quem, como eu não é homossexual, muito menos simpatizante e além do mais não tem vocação para ‘maria-vai-com-as-outras‘. Justo eu, o acusador de tantas horas, useiro e vezeiro de apontar o preconceito alheio, ali naquele tribunal on line acuado pelos amigos, duramente admoestado como um reles demóstenes bolsonaro negão.

_Homofobico! Homofobico! Justo você, Tio?”

Mas afinal, porque ‘homofóbico?”_ perguntava eu, já rouco de argumentar. Não estou com medo -fobia – de nada nem de ninguém. Só quero ter o direito de ponderar e livrar a minha opinião dos ‘panos quentes’ no qual querem envolvê-la, como se fosse um monstrinho, um filho feio envolto em trapos cor de arco íris.

Ah. Mexeram no vespeiro de minh’alma? Agora aguentem.

Homofilia sem mestre. No fiofozinho da meada há sempre uma mão boba oculta

Conheço bem os dramas destes amigos. Pensam que não, mas sei de cor e salteado a razão de ser de quase todas as mágoas dos envolvidos neste ‘problema’ gay. E mais, fiquem sabendo: detesto esta palavra. Este anglicismo afetado que ela tem, este jeito de subterfúgio, de eufemismo chic. Eu, heim! Mas sei bem sim que, no fundo no fundo, as mágoas embutidas nesta palavra, dita a boca nervosa pelos amigos, nem são comigo.

Sei que discordarão com a veemência de sempre, mas arrisco-me a afirmar que talvez eles nem saibam direito de que são feitas as suas mágoas. Quem sabe não são mágoas com eles mesmos, remorsos de algo incompreensível, ou mágoas agudas com a sociedade, culpada vaga e contumaz de sempre, que entende estas coisas menos até do que nós? No fim, talvez as mágoas mais profundas sejam mesmo as difusas, aquelas de não entender algumas coisas que precisavam ser entendidas. Respostas redentoras que não existem porque alguém (vocês mesmos, quem sabe?) insiste em calar e fechar os olhos com estes óculos fashion, de ‘gatinho‘, de aros branquinhos, mas de lentes pretas feito alcatrão.

Afinal, quem pode afirmar que entende mesmo do que trata este assunto?

As mágoas da aceitação daquilo que ‘nunca será porque não tem juízo’. Talvez sejam estas, as mágoas mais antigas, estas que os ‘cala te bocas’ tentam apagar. Um nó cego dentro do peito. Um aperto sem dó capaz de curar.

Está certo. Não sou um expert no assunto, mas quem é? Se eu fosse um mauricinho destes de zona sul, cheio de nove horas, ainda vá lá, mas fiquem vendo aí que, de onde eu vim, fiquei escolado demais nestas coisas. Deste pequeno que convivo com isto aí. O que um menino de subúrbio ou de favela não vê?

Pois foi exatamente destas experiencias infantis que estas conclusões ditas homofóbicas me vieram e se cristalizaram em mim. Elas estão comigo desde lá atrás, me enchendo o saco sempre que ouço estas tergiversações de orgulho gay e estas acusações gratuitas de homofobia, mal se acaba de abrir a boca da escrita para demonstrar alguma justa aversão por coisa abjetas feito a pedofilia.

Se não são os comunistas, quem são e de onde vêm os comedores de criancinhas? Já se fizeram esta pergunta?

Conto aqui umas duas ou três historinhas de guri. Ninguém se arvore a duvidar delas porque são minhas memórias particulares. As mais agudas e profundas histórias, as de adulto, não conto porque são de foro íntimo demais, de mim ou de alguém e não interessam a ninguém, pronto. Mas conto estas outras sim, por causa dos porquês ocultos nelas, as pistas para um argumento ou outro, que podem muito bem, fortuitamente ajudar a limpar a alma de alguém além de mim, quem sabe?

O mote é o mesmo de antes: a relação que afirmo e reafirmo existir entre pedofilia e homossexualismo, doa a quem doer.

A ‘meia’ e a inteira. Historinhas de corar carochinha

A primeira imagem que tenho de homossexualismo foi, como todas as minhas primeiras imagens lembradas, no pátio do colégio interno do S.A.M.

Um menino branquelo, ali pelos seus 7 anos, aterrorizado chupando o pênis de um maior, à força, e depois sendo obrigado a chupar os pênis de vários outros meninos, um a um. Não haviam risos, nem mesmo histéricos, em torno da cena. Me lembro de ter ouvido constrangido, apenas os soluços compungidos do garoto submetido e mais nada. Só sei que, de tão enojado, entre os pênis chupados o meu não andou. Imagina! Quase vomitei com a cena.

Brabeza de história, não é não? Mas é tudo verdade. E tem mais.

A segunda história é comigo mesmo. Foi a incompreensível ‘patolada‘ (a tal da ‘mão boba’) que um barbeiro perneta, e velho, deu no meu inocente ‘bilauzinho‘ certo dia de manhã. O corte que usava era o ‘príncipe danilo’. Me lembro que eu era tão pequeninho que tinha que sentar numa taboa posta sobre os braços da cadeira, para dar altura. Fiquei meio travado, sem ação na hora. Me deu uma náusea rápida, logo reprimida. O velho não insistiu, me deu uma bananada, assim do nada e soltou um risinho nojento, indefinível para mim. Nem entendia direito o que se passava, algo a ver com sexo, mas o que significava sexo para mim? Nojo?

Aquele menino não, pois ele estava ali na escola prisão, sem pai nem mãe, submetido a força, mas a cena é de certo modo comum. Ele não. Ele como se viu fora uma vítima de uma espécie de estupro coletivo. Mas o que teria se passado daí em diante na cabeça de outros meninos seviciados como ele, de forma semelhante aliciados, abusados por outros meninos ou, na maioria das vezes, por adultos, antes mesmo de entenderem o que se passava. Tormentos terríveis, dúvidas atrozes, presumo.

E se o perneta insistisse comigo? E se eu não conto nada para a minha mãe e volto sempre para pegar mais bananadas, por que tortuosos caminhos de seu aliciamento sexual o sórdido perneta seguiria? Me seviciaria? Me induziria a masturbá-lo, chupá-lo? (…e olha o nojo voltando)… Uma coisa é certa eu seria um gay hoje em dia, com toda certeza.

E não me venham dizer que aquilo estava escrito, que os meninos seviciados nasceram com aquela predisposição para chupar os pênis dos outros, masturbar os outros, deixar-se penetrar como se mulheres fossem, que ‘nasceram‘ homossexuais, mulheres em ‘corpos errados‘. Ah! Não me venham com esta vergonhosa história de tanto pai e mãe omisso por aí. É claro que aquele incidente – a sevícia – foi determinante, foi o que deflagrou aquele futuro, certamente gay do garoto.

Não tenho histórias pessoais de ‘meiinha‘. Juro por Deus. Vocês sabem o que é ‘meiinha‘, não? Pois é aquela experiencia meio inconsciente de menino, bem novinho um experimentando ‘comer‘ o outro para ver se é bom. Nunca soube se era fato ou lenda estas histórias, até que um amigo do peito me confiou a sua história me descrevendo como foi que fez – ou o que fizeram com ele – isto aí, uns garotos maiores e mais fortes. Contou triste esta história. Apanhou muito do pai, anos a fio e foi a partir desta experiencia traumática das surras ‘corretivas‘, para vingar-se delas, que se tornou homossexual, me disse ele. Duvidam?

O que me aborrece mais quando me chamam de homofóbico, aliás, é isto aí: A lembrança vívida destas histórias sexuais infanto juvenis. Me aborrece esta reação extremada e cega, burra, ainda mais quando vinda assim de amigos. Me incomoda muito esta confusão que fazem da minha franqueza com estupidez, quando me lembro bem de ter sido confidente de vários amigos que se tornaram homossexuais, no momento mesmo de sua transição para assumir-se. Muitos mesmo.

Só posso atribuir a confiança deles a alguma coisa solidária que viram em mim, uma qualidade exatamente inversa a esta homofobia rasa que me atribuem agora, por estes dias, esta hipocrisia que permeia de tabus e pontos inconfessáveis os debates sobre o assunto. Não sei se foi a aguda compreensão que tive do caráter compulsivo da iniciação homossexual deles, aquela ação forçada a que foram submetidos na primeira vez o que, me comovendo, me deixou esta aura de gente boa e confiável. O certo é que tenho uma coleção destas histórias. Muitas!

Tenho até uma de mulher que posso contar. Da época do ginásio. Ela mesma, a pessoa, foi quem me contou.

O pai da moça era um negro alcoólatra. A mãe uma portuguesa autoritária (conto as pílulas da história já psicoanalisando o caso). No colégio público foi aliciada por uma professora ‘sapatão‘. Tentou superar o choque. Noiva, foi forçada a fazer sexo com o noivo grosseirão. Acabou com o quase casamento. Acabou se casando com um amigo meu, plácido e tranquilo. Um amigão dos dois.

O pobre flagrou ela com outra uma semana após o casamento. Pouco mais de um ano depois ela já estava com um jeitão de homem. A última vez que a visitei morava com uma outra mulher, mais aparentada a um homem do que ela, metamorfoseada à hormônio masculino, um machão de buço e barba, de sete costados. Cheguei até a flagrar uns olhares que me pareceram enciumados desta outra – ou ‘outro‘ – e nunca mais voltei a visitá-la.

A história mais triste, contudo é a do ‘Milton‘ (nome fictício) ator negro brilhante, o melhor de sua geração na época, numa noite de muita caipirinha com mel em Ouro Preto, nas locações do filme Chico Rei. Sei lá porque, talvez por causa desta minha aura solidária, nos melhores momentos da afinidade surgida entre eu, ele e meu amigo Samuka, Milton emocionado, com os olhos embargados nos contou como se transformou em homossexual:

Havia sido – e continuou sendo, durante algum tempo – estuprado pelos filhos de uma madame, patroa de sua mãe num apartamento da zona sul do Rio. Nunca esquecemos, eu e Samuka o rancor profundo que ele demonstrou ter daquelas pessoas que o estupraram, durante anos sem que a mãe soubesse – ou vá lá, até tolerasse, vai saber? O ódio da patroa da mãe, que fez vista grossa e talvez até estimulasse os filhos, era visceral. Não sei se todos vocês sabem, mas é muito comum as primeiras experiencias sexuais de mauricinhos da zona sul do Rio de Janeiro, terem sido feitas por meio do seviciamento das empregadas ou dos filhos de empregada como o caso de Milton.

Querem mais? Dou uma pausa? Relaxem. É tudo verdade, mas já passou. Milton inclusive faleceu pouco tempo depois. É por isto, para relaxar que a mais engraçada eu deixei para o final:

TV Manchete, final dos anos 80. Grupo Vissungo é atração no programa do Clodovil. No miolo do programa, antes do número musical, o entrevistado da banda é quem? Eu. Hum… Tímido como sou, reajo com agressividade quando acuado. Clodovil, malicioso, percebe. Me faz perguntinhas bobas, meio pessoais. Pergunta o meu signo e zomba do meu jeitão de machão empedernido, na defensiva por pura timidez.

Na saída, ainda no estúdio recolhendo os instrumentos, um câmera man me aborda com um risinho de lado e me dá um bilhete dizendo na lata:

_” Aí! ‘Seu’ Clodovil está te convidando pra jantar!”

Gargalhada geral da galera da banda. Eu morto de raiva, repulsa e vergonha, querendo estrangular aquela ‘bicha escrota’, estas coisas que os pudicos tem vergonha de confessar. Que filho da puta! Me achou com cara de pobre, que eu iria ceder a uma proposta destas, que eu iria aceitar um agrado financeiro durante um jantar com outro homem, um regalo, algo assim. Vou matar este desgraçado!

Mas, claro que eu entendia bem o que havia acontecido. Já não era mais nenhuma criancinha. Hoje conto rindo esta história. Estas coisas ficam escondidas por muitas purpurinas, mas na prática mesmo elas são assim, meio sujas.

E aqueles caras no banheiro do boteco, olhando ávidos para o meu pau?

Sem gozação anotei – e espero que vocês tenham anotado também – um lugar comum, recorrente nestas histórias todas de homossexualismo na infância: Em todas as histórias que vivi (não contei nem mesmo um terço delas), existe, de um modo ou de outro, o componente do aliciamento indesejado e, em escala razoável também a coação física ou, finalmente a sevícia, o estupro.

É o lado torpe desta história toda. Aquele lado que vocês, os românticos envolvidos não querem que se conte por aí, de jeito nenhum. As coisas trancadas no enorme armário das mágoas de vocês.

E mais: As histórias quase todas se referem a crianças, No geral são, como disse, histórias de seviciamento e abuso ou estupro, as vezes – poucas vezes, vamos admitir – abusos cometidos por outras crianças também, mas em todo caso incidentes ligados diretamente à pedofilia, ao abuso sexual de crianças por algum adulto, induzindo, marcando o surgimento do homossexualismo no seviciado.

Se isto não associa as duas coisas – homossexualismo e pedofilia - não sei o que poderia associar.

Você, homossexual, certamente se lembra de sua primeira experiência, mas você, pai ou mãe de homossexuais se lembra, se tocou sobre a natureza do incidente que deflagrou o homossexualismo em seu filho ou filha? Conversaram com eles sobre isto? Têm certeza de que não foi algum tipo de abuso sexual na infância, cometido por um adulto? Nem importa muito, mas perceberam que, em muitos casos, o abusador era sim um homossexual?

Mais fácil xingar o falador de homofóbico, mandar calar, ‘fuzilar‘ o mensageiro da indesejada notícia, não é não?

Os conceitos e seus defeitos

Organizando a bagunça do papo de cabelos em pé.

Achando que está, suficientemente dito e escrito já, porque afinal relaciono Homossexualismo e Pedofilia, no aspecto menos questionável, prossigo na relação que vejo daquele com a prostituição infanto juvenil (o aspecto negado de mãos postas, jurado de pés juntos pelos meus detratores).

(E vou logo avisando: esta parte é aquela repugnante. Os que tiverem nojinho e pruridos morais mais delicados, podem passar batidos.)

Dois tipos de experiencia e observação pessoal me instigam neste caso: Os foco de prostituição desta classe que vejo aqui no entorno do meu bairro e as experiencias de prostituição a mim relatadas por crianças ‘de rua’ (entre 8 e 12 anos de idade) nos abrigos da prefeitura nos quais eu trabalhei.

Devo frisar só de leve que, no caso dos abrigos da prefeitura os abusos ocorriam (ou ocorrem), aparentemente de forma generalizada e sob alguma cobertura institucional. Não posso afirmar, apenas suspeito da relação entre uma coisa e outra, mas soube que já houve um núcleo homossexual instalado nos cargos dos primeiros escalões da prefeitura na área da ação social, exatamente na época em que que o aliciamento de meninas para a prática homossexual com mulheres de meia idade era, aparentemente acentuada no sistema.

As experiências a mim relatadas, diretamente por meninos e meninas se referiam a práticas de aliciamento fora dos abrigos, ocorridas sempre que estes meninos fugiam para as ruas. Geralmente os incidentes podiam ser caracterizados como prostituição, pois, estes meninos eram – e são – de algum modo remunerados.

Os clientes eram – ou são – geralmente, segundo os relatos das próprias crianças, homossexuais masculinos adultos, geralmente de classe média, muitos já passados da meia idade. As práticas sexuais preferidas por estes clientes de serviços infantis iam (ou vão) desde os chamados ‘boquetes‘ (prática mais usual de meninas e meninos mais novos) até a penetração ativa ou passiva, cometida em – e por – meninos e meninas invariavelmente.

(Quem puder que me desminta)

Devo considerar relevante também a ocorrência de um fenômeno muito recente ao qual a maioria de vocês não deve ter conhecimento, que é a formação de estranhas comunidades gays femininas nas favelas aqui da Zona Oeste (notadamente, sei lá porque, em favelas de maioria nordestina). Este núcleos são formados por mulheres-homens na faixa entre os 55 e 65 anos, que se amasiam com moças bem mais jovens e as sustentam (um tipo de prostituição ‘branca‘, concluo)

Desconheço a dimensão deste fenômeno (que obviamente extrapola a simples questão do homossexualismo) fora da minha região, em outras comunidades, mas já são bem significativos os impactos das especificidades deste tipo novo de clientela em postos de saúde da rede pública local (consultórios de ginecologia despreparados para o atendimento de algumas patologias clínicas ligadas às pessoas que utilizam procedimentos, drogas e medicamentos para acentuar a sua masculinidade, interromper menstruações, etc.) e postos de assistência social como os programas de renda mínima como o Bolsa família (as mulheres-homens reivindicando direitos de pai de família, adotando os filhos das amantes ou ‘esposas‘, etc.).

É bastante alto também a incidência de homossexualismo juvenil nestas favelas ou comunidades, com a maioria dos jovens sendo encaminhados para o mercado dos garotos ou garotas de programa para clientela essencialmente gay e adulta (no caso dos meninos), atividade essencial neste tipo de prostituição.

A rigor, em se tratando de garotos e garotas muito pobres, não existe nenhuma alternativa profissional disponível que não seja este mercado, tornando o problema muito preocupante no que diz respeito ao mesmo impacto que pode ocorrer nos serviços de saúde pública (hiv e demais mazelas clínicas ligadas ao sexo promíscuo) em médio prazo, além do aumento dos casos policiais associados a homofobia ou riscos de violência típicos em qualquer tipo de ambiente ligado à prostituição.

Me parece oportuno ressaltar que estes fenômenos todos estão relacionados, diretamente ao aumento da naturalização de práticas homossexuais na nossa sociedade. Ajuizar sobre isto, não me compete. Os aspectos morais da questão são absolutamente discutíveis – e, confesso, que eles não me interessam, absolutamente.

Mas chamo a atenção das pessoas sim, fortemente para os aspectos puramente éticos da questão, além de sugerir que se comece logo a lidar com as esperadas consequências, os impactos gerais, diretos, efetivos enfim destes novos padrões de comportamento sexual em nossas relações sociais, estes impactos mais concretos e urgentes que esboçamos apenas de leve aí em cima, estes que ficam boiando por aí, omissos nas passeatas de milhões e milhões de adeptos do tal ‘orgulho gay’.

Fim de papo, por enquanto.

Escrevi um tratado maior ainda que este, tecendo considerações pessoais sobre este tema, mas elas escapam muito do meu interesse central, pois, instigado pelos desvios da conversa para o tema homossexualismo, enveredei por considerações político semânticas sobre isto tudo aí. Sei que posso me aborrecer muito mais se aprofundar o que penso sobre a questão, daí, ‘amarelei’.

Guardo para depois. Vou ali comprar um colete à prova de balas simbólicas, um antídoto contra eufemismos de ocasião e volto depois, quem sabe, talvez, um dia.

Nem peço licença ou desculpas mais aos amigos. Me encrespei com este papo torto de ”cerca lourenço’. Conversa que não entendo é ‘minhó’ calar.

Spirito Santo

Julho 2012

————-

Em tempo acho de uma incúria intelectual sem tamanho ter que explicar isto. Bastou-me apenas ir lá no google e chupar (ops!) a explicação. De onde tiraram esta ideia de que não se pode chamar homossexualismo pelo nome porque se estaria assim classificando a ação como uma doença? Pô, vai estudar, galera! Isto é matéria de ginásio:

“Na linguagem médica, a doença é frequentemente designada pelo sufixo “patia” acrescentado ao nome, em grego, do órgão afetado,  como gastropatia (doença do estômago), pneumopatia (doença dos pulmões) ou cardiopatia (doença do coração) e assim por diante .

“A partícula “ismo” é extraída da raiz grega ismós, surgindo no português como sufixo nominal, que designa uma doutrina; escola; teoria ou princípio artístico, filosófico, político ou religioso ou qualidade característica de um grupo.”


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~ por Spirito Santo em 13/07/2012.

2 Respostas to “Ui, ui!! Quase fui gay! Pra acabar de vez com esta homofobia”

  1. Muito bom Spirito! Homofobia é para mim quem tem pavor de dialogar e se posicionar sobre o tema. O direito que o homossexual tem de assumir sua condição sine qua non é igualado pelo direito que você ou qualquer outro tem de se posicionar sobre as contradições, vícios e problemas dessa condição. Problemas estes que são humanos e não deste ou daquele segmento.

  2. Fiquei triste em boa parte dos relatos,pelo que percebi fui criada dentro de uma redoma de vidro,pois em minha vida de criança e adolescente nada de adulto entrou nela,fui criança,pré adolescente,adolescente etc…fui protegida,porém tive dois filhos,atletas que viajaram muito sós,meu coração ficou quebrantado…será que passaram ou fizeram alguém passar por situações como a do milton…

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