Crioulize-se já! Somos todos negões

Creative Commons LicenseTodo o conteúdo deste blog está assegurado por uma licença Criative Commons
racismo imagem boa

Crioulize-se já!

Você ainda não notou? Somos todos vira-latas, crioulos, ‘crilouros’, nativos, silvícolas trazidos ou vindos para cá, misturados com uns gatos pingados degredados, bandidos, inimigos do rei de Portugal, de algum rei títere do Kongo, de algum desses reis aí, de ocasião, personas não gratas, estorvos despachados de alguma escura paragem remota da terra como párias, sem-terras, renegados, ‘dalits’ que almejam voltar um dia a ser gente ‘normal’.

Simbolicamente portanto – mal comparando – somos todos negões.

Sendo assim, que história é esta de sermos contra o que nos redime, o que nos integra num mundo decente de igualdade e de justiça social?

Que papo é este de sermos contra o que pode vir a nos tornar (posto está que, infelizmente ainda não somos), gente uma igualzinha à outra, sem distinção, todos no mesmo quadrado, sem tirar nem por?

Se duvidar, faça você mesmo junto comigo, a comparação com os conceitos Racismo, Segregação, Apartheid, etc.:

“O apartheid, que quer dizer separação na língua africâner dos imigrantes europeus, atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos”

(aqui as mesmas limitações são impostas – inclusive as ‘zonas residenciais separadas’ – por meio da severa restrição de acesso à educação e ao emprego).

“Os casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais (aqui são reprimidos ou desestimulados por meio de sutis mecanismos sociais). Os negros geralmente trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos miseráveis e superpovoados “

(aqui as condições nestes aspectos são, praticamente as mesmas, com o agravante de que, para a maioria, quase sempre não há trabalho, nem mesmo em minas)

_”Ah…mas há o Bolsa-família!” _ Diria um engraçadinho ao que eu responderia:

_”Ah…Fala sério!”

Afinal, vamos combinar: Aqui a farinha NÃO é pouca e não há direito algum na terra que justifique que o pirão de uns tem que vir primeiro que o do outros.

Ih! Ai, ai, ai…Racismo de novo? Porque falo nisto ainda?

É que o tema veio de novo bater na minha cabeça, martelado pelos mesmos agentes do mesmo ramerrão terrorista, a mesma conversa fiada, a mesma tecla gasta de que, ao se falar de racismo, cotas raciais e ações afirmativas em geral, estaríamos criando a cizania, a dissolução dos costumes, levantando do túmulo a praga transilvanica do racismo que sociedade sem castas e raças que seríamos, entre nós nunca teria existido (ahan, ahan, ah…sei…sei…), evocá-lo nos levaria a danação eterna do fraticídio e da dissolução social, o fim de nossa mui meiga e fraterna civilização, tão justa, tão igualitária, patati patatá (ahan, ahan, ah…sei…sei…).

Menos. Primeiro pare para pensar.

(Mas também, num país onde basta uma cara inventar uma igreja e se autointitular bispo para todo mundo sair dando dinheiro, carros e propriedades para o sabichão, vocês queriam o que? Haja paciência e compreensão. Deus, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem.)

E não é não? Veja, por exemplo a incrível discussão sobre o Racismo à Brasileira e a pertinência – ou a impertinencia – das políticas de ação afirmativa no Brasil. Veja como ela confunde analistas e especialistas dos mais abalizados.

Existem discursos anti cotas para todos os gostos: Dos sofismáticos, fundamentalistas de direita, quase racistas como os do jornalista Ali Kamel (este mesmo, aquele que afirma:”Não somos racistas”) e seu parceiro Demétrio Magnoli (este por mais estranho que pareça, um doutor em sociologia e demógrafo) até os messianicos supostamente epistemológicos dos antropólogos (doutores especialistas em…Cultura Negra do Brasil) Ivone Maggie e Peter Fry.

Bem, voltando à vaca fria então: O aspecto que vamos abordar hoje é emblemático e só volto ao tema por isto (não sei vocês, mas eu achei absolutamente incrível, fiquei pasmo mesmo quando constatei que o agente do presente ‘alerta vermelho’, era um historiador brilhante como o José Murilo de Carvalho.

O mesmo muito curioso como a questão embanana o pensamento de gente das mais preparadas e modernas.

Até aqueles que se dizem progressistas, ‘de esquerda’ mesmo, no que tange esta questão espinhosa incrivelmente acabam, clara ou sub repticiamente cerrando fileiras com posições quase fascistas, como as levantadas por gente como a família Bolsonaro, por exemplo, parlamentares militaristas, com origem ideológica alinhada com a vetusta ditadura militar, a qual pertence o vereador Flavio Bolsonaro, autor da lei que tenta abolir as cotas nas universidades públicas do Rio de janeiro.

Relendo e analisando o que disse o renomado historiador aqui citado acerca dos controversos métodos de classificação ‘racial’ de nossa população, insatisfeito (ele) com a insistência dos adeptos das ‘cotas para negros’ que exigem que no cômputo para o cálculo de quantos são os negros do Brasil, devem ser incluídos todos os indivíduos denominados ‘pardos’, encontramos o que nos pareceu ser uma série inusitada de incongruências, a saber:

Para José Murilo – partidário de uma tese muito recorrente entre os intelectuais contrários às políticas de afirmação racial – o grau de miscigenação no Brasil seria tão elevado, mas tão elevado que não faria nenhum sentido propor ações deste tipo baseadas na raça ou na cor dos indivíduos.

É o velho sofisma de negar a existência óbvia do Racismo por intermédio da inexistência cientificamente provada de raças humanas. Confundem alhos com bugalhos, sem demonstrar as intenções.

A tese é simples (ou simplista, sei lá): Existiria um número muito maior de ‘cores’ na população brasileira para que apenas ‘negros’ e ‘brancos’ sejam considerados.

Lembram muito o ‘consiglieri’ Nicolau dando dicas para o príncipe: Divide et impera”, não é não?

(O mais estranho desta tese é que, com finalidades aparentemente opostas, ela se baseia na mesmíssima maquiavélica conclusão a que chegaram os formuladores das leis do Apartheid sul africano, que lá para as tantas, constatando que para manter o poder não bastava mais apenas separar negros de brancos, conceberam uma espécie de arco-íris racial, de modo que uma pirâmide social rigidamente hierarquizada fosse institucionalizada – brancos, negros, mulatos, indianos, etc. – com o os brancos sempre no ápice, é claro.)

Você já tinha se tocado deste sutil detalhe da ‘involução’ do Apartheid?)

É com esta tese capiciosa e, a nosso ver baseada em meros sofismas (quando não em equívocos sociológicos) que José Murilo – com certo sarcasmo até – escreve num artigo na Internet (custo a crer que tenha sido a sério):

“Sugiro, para início de conversa , que os atuais brasileiros sejam classificados assim”, diz ele no artigo:

(Enumero as categorias criadas ou sugeridas por ele e logo a seguir as comento, sempre ressaltando que, por mais estranho que possa parecer, quem as formula, ipsis leteris, é mesmo o grande historiador José Murilo de Carvalho)

…Aliás, ué! Se a diluição dos biotipos e das ‘raças’ por aqui desautoriza qualquer tipo de categorização ‘racialista’, porque diabos ele mesmo propõe esta revisionista categorização? Ficamos sem entender. Vamos a ela então, lembrando que é essencial que você leia o artigo do José Murilo no original também, certo?

“Categoria A – Nativo-brasileiros (Índio)”

Para início de conversa, a denominação ‘nativo-brasileiro’ é imprópria porque envolve alguns problemas epistemológicos importantes quais sejam:

O conceito ‘nacionalidade’ (ou ‘natividade’, tal como José Murilo formula), no caso do índio – aquele que ocupava o território ‘descoberto’ pelos europeus – só faz sentido do ponto de vista do europeu.

Do ponto de vista do índio, um ser nômade por excelência (pelo menos no caso do Brasil) o conceito ‘nação’ era (e ainda é) circunstancial e bem menos abrangente, significando apenas um jeito do indivíduo pertencer a um contexto específico, pertencer à tribo (à ‘nação’) a uma cultura enfim.

Por esta mesma razão, para o índio, originalmente ‘indivíduo de outra nação’ (‘estrangeiro’) não era um conceito racializado em si. Estrangeiro poderia ser também um indivíduo de biotipo (aparência, ‘raça’) igual aos indivíduos de sua nação. ‘Estrangeiro’ era, pois o indivíduo ‘de fora’ de seu território, a despeito de seu biotipo ou aparência.

Por esta razão a classificação biotípica, a suposta diferença ‘racial’ existente entre o europeu e o índio só se configurava no âmbito de uma divergência política e cultural radical, no contexto das relações entre invasores (reconhecidos pelos índios como sendo, aparentemente ‘brancos’) e invadidos (identificados pelos europeus por sua vez – e também aparentemente – como ‘negros’ ou ‘índios’).

É preciso se considerar também que todo racismo parte de preconceitos intencionalmente inventados. Logo, no Brasil, mais até que as outras ‘categorias raciais’, este ‘indigenismo’ enquanto categoria classificatória com finalidades sociológicas, não passa também de uma entidade meramente cultural.

A classificação ‘índio’, fora de seu contexto e sentido originais (um limite territorial específico, uma reserva, um ‘território’ enfim), não faz, portanto sentido algum. Há que se considerar fortemente neste caso que a expressão ‘índio’ tem, antes de mais nada este conteúdo de entidade, evidentemente classificatória, com o fim de marcar, diferenciar os indivíduos de uma cultura em relação (ou em oposição) à outra.

Ora, se um ‘índio’ só é índio, portanto, no âmbito de sua cultura, considerando-se que é reduzidíssima a nossa população realmente indígena, o ‘nativo brasileiro’ de José Murilo não é uma categoria… ‘racial’ válida e precisa ser enquadrada, na maioria dos casos, em outras categorias, certo?

Entre estas categorias (quando o indivíduo ‘indígena’ aceita ser um indivíduo ‘assimilado’ pela ‘civilização’ do outro) as mais comuns são as de ‘caboclo’, ‘pardo’ ou, simplesmente ‘nordestino’. Além do mais, do ponto de vista europeu, desde as Cruzadas, ‘negros’ sempre foram os ‘não brancos’ em geral, o ‘outro’, o ‘estranho’ a ser conquistado, qualquer povo que não fosse europeu.

‘Negros’ podiam (e até hoje podem) ser mexicanos, indianos, vietnamitas, árabes, polinésios, aborígenes, sempre classificados assim nos momentos mais agudos do embate entre a cultura deles e a dos europeus (como no caso das guerras de conquista, por exemplo).

Um exemplo candente disto é que a secular expressão alemã ‘Mohr’ (‘mouros’), com efeito, até hoje é utilizada na Europa central, pejorativamente para classificar ‘negro’. É, portanto o Europeu (o branco, por suposto) que ‘racializa’ os conceitos ‘índio’ e ‘negro’, etc. com as finalidades sobejamente conhecidas. Ressalte-se também que a expressão ‘negro’, historicamente só foi usada para se referir exclusivamente a africanos, circunstancialmente.

Os africanos e os indígenas (de todos os biotipos, inclusive os africanos pretos) passaram a ser classificados, simbolicamente como ‘negros’ no âmbito dos conflitos violentos que caracterizaram a invasão, a subjugação e a colonização dos territórios fora da Europa. Os europeus foram por sua vez tratados de ‘brancos’, por todos os outros povos e etnias por conta de uma óbvia analogia.

Repetindo: É o ‘branco’, a classe dominante (para usar uma expressão vulgar porém eficiente), que racializa a sociedade e institui o racismo. Ponto.

‘Negro’ e ‘branco’ são, portanto instituições meramente políticas, inventadas neste contexto das relações desiguais entre os povos da Europa com os demais e para esta exclusiva razão.

(Parece-nos, aliás, que por este ponto de vista se pode entender bem melhor as circunstâncias sutis que consubstanciam e justificam o racismo à brasileira e a necessidade de se combatê-lo por meio de ações, do mesmo modo, políticas).

“Categorias B- Euro brasileiros” (brancos), “Afro-brasileiros – pretos, Asiático brasileiros- amarelos”.

É preciso também neste caso relativizar e contextualizar estas classificações propostas por José Murilo de Carvalho no tempo e no espaço. Para começar, estas categorias só fazem sentido ao se referirem realmente à cidadãos rigorosamente europeus, africanos ou asiáticos, apenas nascidos circunstancialmente no Brasil (ou filhos de estrangeiros nesta mesma situação).

É preciso, portanto se definir – o que José Murilo não faz – se o critério é o da naturalidade ou o da suposta ‘raça‘, já que os critérios são excludentes entre si.

Se o critério for a naturalidade, não cabe nesta discussão já que o contexto dela é, basicamente ‘racial’.

Do mesmo modo as sub categorias (‘Afro brasileiros‘ – ‘pretos‘, ‘Asiático brasileiros’) não se encaixariam muito bem no debate porque não esta sendo posto em dúvida que  europeus, africanos ou asiáticos – nascidos ou não no Brasil – sejam, respectivamente brancos, negros e amarelos. Lógico que são. A constatação é por demais óbvia.

De qualquer maneira e neste mesmo sentido, é ínfima a proporção de indivíduos destas categorias nas estatísticas o que as retira, de certo modo, do âmbito da discussão sobre cotas.

“Categorias C – Nativo euro brasileiros (caboclos- Índio com branco) e Euro afro brasileiros (pardos – ‘branco’ com ‘preto’ )” Maioria esmagadora da população.

Categorias também consideradas passíveis de sofrer racismo no Brasil e que se confundem entre si, impossíveis de serem definidas em separado.

Os indivíduos nelas enquadrados, dependendo das circunstancias, são considerados no Brasil ora ‘negros‘, ora ‘pardos‘ ora ‘morenos‘, dada a extrema semelhança entre muitos pardos (fruto da mistura ‘negro com branco‘), com a vaga categoria dos ‘morenos‘ (mistura de ‘branco com índio‘) dependendo da predominância desta ou daquela característica biotípica (cabelos lisos por exemplo).

Nativo afro-brasileiros (cafusos)” : Do mesmo modo que os anteriores os indivíduos desta categoria são considerados no Brasil como ‘negros‘ ‘morenos‘ ou ‘pardos‘ (ou mesmo índios, em certos casos, notadamente quando possuírem cabelos lisos). Um saco de gatos em suma. É como se fosse possível atribuir pedigree a vira-latas (com todo respeito aos ditos).

Para que, gente?

Ao que tudo indica, a natureza ambígua do racismo á brasileira se vale da indefinição destas categorias para usá-las como massa de manobra e se perpetuar.

“Categoria D – Mestiço brasileiros (o ‘Resto das Cores’)”

Aliás, a incrível utilização por José Murilo da expressão ‘Resto das cores‘ (imprecisa, vaga, ainda mais quando usada por um historiador) não serve de parâmetro considerável para categorizar coisa alguma.

Por outro lado, há que se admitir que, mesmo se fôssemos aceitar a definição como algo mensurável ou um valor em si, a ‘categoria‘ já estaria certamente englobada por alguma das anteriores.

Há que se ressaltar finalmente que esta ambígua categoria ‘Resto das Cores‘ engloba o universo das pessoas que se consideram – ou se declaram – para todos os efeitos, ‘brancas‘ no Brasil, coincidentemente a maior beneficiária, a parte mais interessada na manutenção do racismo no país.

Por esta límpida razão, nada nos impede de concluir enfim que, ao que tudo indica, talvez resida aí, nesta atitude ‘João sem braço‘ (aquele que não fez nada, não viu nada, não sabe de nada, mas usufrui da situação), talvez esteja aí nesta espécie de esperta baixa aristocracia (chamada, sub-repticiamente por José Murilo de…’Resto das Cores’) a raiz do mal, o fio da meada das espertas más intenções deste pessoal.

Talvez esteja escrito aí o ‘xis‘ da questão, o nó ideológico que atravanca todos os debates sobre este tema no Brasil, com esta ‘corrente pra trás‘ que alimenta esta terrorista campanha contra as cotas e as ações afirmativas tentando mascarar as atuais consequências de nossa evidente, embora sutil e mal explicada, segregação racial. Este muro da negação do racismo, esta edificação já tão ruinosa, erigida sobre esta velha montanha de eufemismos, tergiversações e sofismas tão descarados precisa ser demolida.

Não deve ser à toa que os urubus e as harpias da direita brasileira véia de guerra, estão por aí à espreita, empoleiradas neste muro de falsas lamentações, chafurdando pretextos criados lamentavelmente por pessoas tão bem articuladas. Se você já entendeu que não existem raças – nem brancos nem negros – mas que, para todos os efeitos e vantagens de alguns espertinhos, uns são classificados como sendo mais pretos que os outros (ou seja: existe racismo sim), faça como eu: deixe de ser branco para ser franco:

Crioulize-se você também, brother! Logo, antes que – imitando o terrorismo deles – seja mesmo tarde demais.

Spírito Santo

Agosto 2009

Leia também: A Ciência da porta na cara

4 respostas em “Crioulize-se já! Somos todos negões

  1. Então, é complicado mesmo, mas só é aceitável que seja confuso, a este nível, para os leigos de marré-de-si. Para estes caras, estes ‘especialistas’ como o José Murilo, ser confuso e capcioso é a mesma coisa, ou seja: é inaceitável. De alegadas boas intenções o inferno já anda cheio, não é o que dizem?

    Curtir

  2. êta spirito, essa do José Murilo eu não esperava, mas concordo com vc de que o nível de capiciosidade das teses em torno do tema leva qualquer alma a se pender para um lado ou outro. É possível, sob certo ponto de vista, embarcar em qualquer das duas barcas. Nesse sentido que faz diferença uma auto-análise política e subjetiva de quem se esmeira a se posicionar. Esse assunto não é do tipo que coloca a gente em cima do muro, logo que começamos a chafurdar experiências, passagens e mesmo reflexões que nos acometem. Para alguém que nunca se sensibilizou minimamente com a diferença racial — no sentido sociológico do termos — e acha natural e meritório estudar na universidade pública, mas vê o coleguinha coetâneo ralando no posto de gasolina e sonhando ser astro do futebol para no futuro dar uma casa pra mãe, não é concebível ação afirmativa já que os privilégios estarão sendo repartidos… Como assim, né cara pálida?

    Curtir

  3. O TEMPO É O PAI DE TODA A COR
    como existe o dia
    existe a noite
    como existe o frio
    existe o calor
    o caucasiano ou o indio ou o indiano
    são a união das duas raças que a propria natureza criou
    Os nativos arianos originarios do continente europeu
    (é um povo de cabelos lisos olhos, pele e cabelos claros e
    de nariz extreito
    para que controlem bem a inalação do frio…
    e os nativos africanos
    povo que se adaptou aos climas quentes e humidos
    cabelo encaracolado olhos ,pele e cabelos escuros
    de nariz mais largo para á inalação da atmosfera quente,
    (E a inteligencia não está no cabelo
    nem na cor da pele)
    todos somos da mesma especie
    humana
    e todos temos a mesma origem…
    as duas raças legitimas criadas pela natureza
    são as que foram mensionadas
    agora o caucasiano ou o indiano etc…
    podem ter a pele mais escura
    ou mais clara
    ter olhos mais escuros
    ou mais claros
    ter o nariz extreito
    ou largo
    cabelos lisos
    ou encaracolados …
    ambos teem descendencia
    de ariano como de africano
    Mas que importa isso,
    se é azul ,verde ou amarelo
    O AMOR VENCE O MUNDO
    se tiverem duvidas
    vão ao google earth ver onde fica o egipto e jerusalem.
    dai parte todos os credos
    e mistificações …

    Curtir

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s