Madiba, Mandela e a segunda morte do “negro insolente”

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Mandela, MadibaOs racistas pululam no Brasil.

Temos agora até racista de esquerda (os petistas do bem que me perdoem, mas os “do mal”, estão queimando todo o filme de vocês).

Vestem quase todos – os racistas aos quais me refiro – camisetas vermelhas, alguns com estrelas também rubras. Rotos e ao mesmo tempo esfarrapados eles são esquerdistas enfáticos. Adoram aparecer. É o que estamos descobrindo agora nestes tempos pós mensalão.

_”De onde menos se espera, daí é que não vem nada mesmo”_ bem dizia o Barão de Itararé, cujo título-piada vem daquela batalha da Guerra do Paraguai que nunca aconteceu.

Deu num tal de blog da convergência  que tem como subtítulo “socialismo em movimento” (hum…só se for movimento para trás e para baixo) Talvez seja um destes blogs da tropa de choque petistas & assemelhados, estes que andam defendendo mensaleiros por aí.)

O autor da “pérola” jornalística é um tal de Rui Braga. Quem me manda o artigo, solicitando opinião é o amigo de facebook  Betto Della Santa .

Por mais estranho que possa parecer o que lerão abaixo é o pensamento mais recorrente daqueles grupelhos que, desgraçadamente ainda chamamos de esquerda no Brasil. “Socialistas“, se dizem. Com esquerdistas como estes – porca miseria! – quem precisa de direitistas?

É impressionante como vão caindo no descrédito mais constrangedor estes aí, isolando-se em posições dogmáticas ultrapassadas, muito mais por cinismo e pretensa esperteza do que por ignorância, assumindo bandeiras de plástico amarfanhadas, que desmoralizam os mais caros princípios daquilo que se convencionou chamar de socialismo, mostrando uma cara, surpreendentemente conservadora e imoral, sem pudor algum diante do espelho da História.

Só para se ter uma ideia do baixo nível a que chegaram, os mensaleiros condenados que eles defendem como quixotes sujos, exibiram na cadeia, logo que chegaram tanta arrogância e empáfia de poderosos, exigindo mordomias e trato diferenciado, quase como aristocratas da revolução francesa, que agora a Vara de Execuções Penais de Brasília se vê às voltas com uma ameaça de rebelião dos outros presos, os comuns.

Perderam a noção do perigo.

Estão se aboletando na trincheira das mais imundas que a nossa política já presenciou, afundando na lama com os punhos cerrados e as mãos sujas, fechadas, escondendo sabe lá o que. Quem vê graça agora no gesto que eternizava, simbolizava a resistência e a rebeldia dos que lutam pelo bem comum? Desmoralizaram até o gesto da causa mais cara de muitos de nós.

Já perderam a compostura atacando o negro Joaquim Barbosa, transformado em “ditador” do STF, um tribunal com cerca de mais 10 juízes…brancos. Agora, atacam Nelson Mandela, cujo brilho moral inquestionável lança luzes sobre a baixeza moral deles.

Uma esquerda racista. Onde já se viu? E que ainda cita Walter Benjamim

Vão lendo aí:

                  “Mandela: um legado contraditório

Rui Braga

“O grande símbolo da resistência ao apartheid racial morreu no dia 5 de dezembro passado. Quando penso em Nelson Mandela logo me vem à mente a icônica imagem do dia de sua libertação. Após 27 anos de encarceramento, emergiu um sorridente herói do povo, cumprimentando com seu punho direito erguido a massa que o acolheu como o incontestável guardião dos sonhos de sua emancipação.

É difícil descrever a sensação que tive quando assisti pela TV esta cena. Foi um momento glorioso daquilo que Walter Benjamin chamou de “tradição dos oprimidos”: subitamente, o caudaloso fluxo da dominação detem-se por um instante, deixando antever a ainda nebulosa fisionomia da liberdade vindoura.”

…”O fluxo da dominação detêm-se por um instante…“. Hum…Niilista de fancaria. Este fatalismo, este atavismo improvável assim insinuado, esta sugestão de que a dominação colonialista é um mal infindável e irreparável soa muito conformista para um intelectual de esquerda. Soa estranho, sobretudo porque é a descrença assumida no sucesso de toda e qualquer revolução.)

“Fora da prisão, Mandela liderou a negociação estabelecida com o Estado fascista que sepultou o apartheid racial. “

Besteira e distorção: Nunca se “estabeleceu” na África do Sul – o articulista quase insinua que o regime racista foi quem o fez – uma negociação, simplesmente. Já está escrito e sacramentado nos anais da História que não. Ora, todos sabemos que não foi o estado nazista dos Afrikaners quem, espontaneamente sepultou o apartheid. O sepultamento do apartheid foi uma exigência irrecorrível, uma condição sine qua non do ANC e de Mandela (enquanto pivô da crise) para que se começasse a negociar. Curiosa a afirmação do articulista que, evidentemente sabe muito bem deste detalhe que omite, sabe-se lá porque)

“O empenho pacificador demonstrado durante a transição democrática garantiu-lhe o prêmio Nobel da Paz de 1993. Por isso, pode parecer fácil escrever sobre ele. “

Curiosa também a expressão “empenho pacificador“. Há um mal disfarçado sarcasmo na afirmação quando se observa que numa negociação tornada imperativa por um impasse tão absoluto, o “empenho pacificador” vem, forçosamente de ambas as partes. A transição democrática na África do Sul foi, na verdade um amplo processo de negociação entre partes antes em cruento conflito, ambas cientes de que uma parte não venceria sem que se destruísse irremediavelmente a outra ou – o que seria pior – a nação.

É curioso também o quanto estas afirmações solertes, forçam a personificação da política sul africana na figura de Mandela, fazendo recair tudo de bom ou de mal, sobre a sua figura, responsabilizando-o por uma saga política complexa e de de longo curso, empreendida, na verdade por um partido, do qual ele era apenas o líder mais proeminente ou célebre.

É claramente o paradigma racista que diz que o negro é, tem que ser: “o primeiro a chegar, o último a sair e o responsável por tudo que sumir”.

Ora, todo mundo sabe que Mandela esteve longe de ser um caudilho vaidoso, centralizador e autoritário (e nós do Brasil sabemos muito bem reconhecer um). Os erros e acertos da transição democrática na África do Sul devem ser, corretamente atribuídos ao ANC (e as representações partidárias brancas também, claro) já que Mandela sempre se submeteu às  decisões majoritárias do partido e a opção do regime liderado por ele foi a via democrática convencional (“um homem, um voto”, foi a sua condição, lembram?)

E segue a anta, vermelhinha de raiva:

“…Bastaria, por exemplo, elogiar sua sublime disposição de perdoar os opressores brancos. Aliás, é exatamente isso que tem feito toda a imprensa mundial. No entanto, gostaria de destacar um outro ângulo, ou seja, o projeto político que, ao sair da prisão, ele afiançou.

No final dos anos 1980, tão logo o Partido Nacional, com o domínio dos africânderes no governo, percebeu que iria ser derrotado pela resistência mais ou menos inorgânica de toda a sociedade civil sul-africana, iniciou-se um processo de negociação entre os fascistas e o maior partido anti-apartheid, isto é, o Congresso Nacional Africano (ANC). Ao longo dalguns poucos anos, o pacto social que deu origem à nova África do Sul foi urdido.

Conforme os termos do acordo, as tradicionais classes dominantes brancas manteriam o domínio e a propriedade de todos os setores econômicos estratégicos, transferindo progressivamente para o ANC o controle do aparelho de Estado.

Enquanto os ativos financeiros das principais empresas do país migravam para Londres em um avassalador movimento de fuga de capitais que acentuou a dominação econômica branca, o Partido Comunista Sul-Africano (SACP), o Congresso dos Sindicatos Sul-Africanos (Cosatu) e o ANC formavam a coalizão conhecida como “Aliança Tripartite” que se transformou em uma poderosa máquina eleitoral, criando as condições para o estabelecimento de uma durável hegemonia alicerçada na “fusão” das principais forças anti-apartheid com o aparelho estatal.”

O nível da análise baixa ainda mais e fica ao rés do chão. “Negociação entre os fascistas e o ANC“? Como assim? É incorreta e até ofensiva esta afirmação. Caluniosa mesmo. Leiam de novo. O que o articulista afirma – baseado-se sabe-se lá em que, pois não cita suas fontes – é que o governo branco, afrikaner  (o partido Nacional, no poder) se aliou ao ANC num pacto para viabilizar uma “Nova Africa do Sul” (para “garantir a governabilidade“, como se diz aqui) com o ANC virando a casaca, agindo a revelia de seus princípios programáticos.

Os racistas brancos teriam “cedido os anéis para não perder os dedos”, entendem? Ou seja, pela visão distorcida do articulista, Mandela e o ANC “fizeram  o jogo”, urdiram um acordo com o inimigo em detrimento dos anseios populares e de suas convicções duramente mantidas por tantos anos.

E aqui outro paradigma racista, sacam? Aquele do “negro de alma branca”.

(E mais uma vez aqui, aí sim, a comparação com um certo partido governista brasileiro aflora, candente carapuça.)

De modo mais que transverso (ando enxergando muitos psicologismos quase psiquiatrismos nos “data vênias” destes advogados de porta de xadrez do PT de hoje em dia) parece que se tenta aqui justificar, de viés, a “carta aos brasileiros” governo-petista, esta sim uma abertura de pernas ampla, geral e irrestrita desta constrangedora “esquerda” do Brasil.

E observem: O articulista, de passagem chama a reação ao apartheid, liderada como sabemos por Nelson Mandela e o ANC de “mais ou menos inorgânica“, ou seja, “desorganizada“, quase espontânea, desqualificando por tabela um processo revolucionário histórico e exemplar.

Fico pasmo com a arguta sutileza desta gente.

Ora, quem não sabe? Mandela, pessoalmente jamais perdoou os opressores brancos, vistos por ele não como brancos, mas como, simplesmente, opressores. Mandela, simplesmente os dobrou, isto sim. A afirmação do articulista é totalmente irresponsável quando se avalia o que foi a Comissão de Verdade e Reconciliação promovida pelo ANC, com a liderança do Bispo Desmond Tutu e o que seria da África do Sul se este processo de purgamento e reconciliação nacional, de pragmatismo político doído, quase compulsório, incontornável, não tivesse sido posto a efeito.

Todos se lembram, só como exemplo, do que ocorreu com Angola pós libertação. O fatricício mais insano, estimulado pelos colonialistas, bancado à força de muito mercenarismo (inclusive do próprio governo branco da África do Sul pré apartheid) É quase estúpido – não fosse maldoso – enfim, sugerir méritos a uma não pacificação dos espíritos depois de uma luta de libertação nacional.

(É que não é com o rabo deles, deve ser.)

Me surpreende muito que trânsfugas contumazes como alguns destes adeptos deste petismo mais cínico, partam para desqualificar a revolução dos outros assim, com tanta desfaçatez.

“…Assim, sedimentou-se, em 1996, um modelo de (sub-)desenvolvimento capaz de combinar uma agenda neoliberal conhecida como “Growth, Employment and Redistribution” (GEAR) com algumas reformas pontuais cujo produto mais saliente foi a exacerbação das desigualdades de raça, de gênero e de classe social.

A partir de então, privatizações, cortes de gastos estatais e moderação salarial, combinaram-se com, por exemplo, a incorporação dos negros ao sistema público de saúde… O apartheid racial foi substituído por um apartheid social alimentado pela exploração da maioria dos trabalhadores negros. “

(Aqui, acima, o articulista me confunde. Não estaria ele falando do Brasil?)

Mandela foi o grande fiador desta “revolução passiva”. Apenas um negro educado vivendo em um país dominado por brancos, um príncipe xhosa vivendo em um país de maioria zulu, um líder mundialmente admirado vivendo em um país carente de aceitação internacional, poderia dirigir este processo.”

Putz! Quanto veneno racista! Quanto ódio ressentido contra um negro de alto nível intelectual. Queria o que? Um pai de santo de candomblé semi alfabeto, vestindo um roupão estampado ou uma tanga de juta? Ai como é esclarecedor ver escorrer nos cantos da escrita de Raul Braga este visgoso veneno que explica tudo. Não é o ANC que ele ataca, o agente que ele não admite. É a persona de Mandela, o negro insolente!

Chega até a explicar, com sutilezas sórdidas um suposto pragmatismo dos brancos fascistas, racistas, nazistas do Partido Nacional (os cães afrikaners por suposto) mas não perdoa o negro. Mandela é o alvo, o negro insubmisso que não! Não! Não! Não pode ser tolerado jamais.

E olhem só que doido é o racismo do articulista sem noção: Mandela já morreu, Gente! O homem acabou de morrer! Que morra mil vezes, o insolente, devem desejar.

“Após a transição para a democracia parlamentar, o ANC lançou, no início dos anos 2000, o Black Economic Empowerment, programa conhecido como “BEE”. Tratava-se de um programa para diminuir as disparidades sócio-econômicas existentes entre os diferentes grupos raciais por meio da incorporação de negros e de não brancos ao staff administrativo das empresas sul-africanas.”

Uma política de ações afirmativas, a gente manja bem isto,mas, perceberam como sutilmente o “socialistaRui Braga é contra? Se valeu de um jeito covarde de dizer, usando o outro como desculpa.

Com essa política, o país testemunhou o surgimento de uma afluente elite econômica negra, conhecida como “Black Diamonds”, que acumulou imenso poder e riqueza devido à intimidade com o governo. Assim, ex-militantes sindicais comunistas tornaram-se sócios de empresas de mineração e ex-lideranças do ANC transformaram-se em mega-investidores financeiros. Dispensável dizer que escândalos de corrupção envolvendo altos executivos e políticos tornaram-se usuais.

Uma expressão curiosa surgiu para descrever a atual estrutura classista da África do Sul: “sociedade cappuccino”. Trata-se de uma menção à existência de uma larga base negra sobre a qual repousa uma “espuma” branca encimada por uma finíssima camada de chocolate em pó. O resultado? Da 90º posição no ranking da desigualdade, em 1994, ano da eleição presidencial de Mandela, a África do Sul ocupa atualmente a 121º posição. Não admira que neste tipo de sociedade tensões étnicas e sociais descambem rapidamente para a violência xenofóbica: a taxa de criminalidade do país está entre as 15 piores do mundo e a expectativa de vida da população é de apenas 53 anos.”

Gente de Deus! Vocês leram isto? A peçonhenta pessoa articulista – nem sei mais como classificar esta tosca figura – diz, simplesmente, assim, na nossa cara, que a ascensão de negros à classe média, a postos de mando industrial, financeiro, etc. é a explicação mais clara para a eclosão da corrupção na África do Sul. Negros no poder, para esta figura canhestra é sinônimo de corrupção. “Todo negro é ladrão”, entendem? Simples assim…

(E sintomaticamente não fala nem de longe do perfil fenotípico ou genético dos corruptos e dos políticos ladrões do Brasil)

“Ano passado, ao trocar alguns dólares no aeroporto de Johannesburgo percebi que a efígie de Mandela estampava as novas cédulas de rands. O “Pai da Pátria” aparecia sorrindo discretamente em todas as notas, não importando o valor. “A revolução passiva sul-africana está concluída”, pensei…”

_”Que pessoa sangue ruim! Santo Deus!” _Pensei ao ler estas torpes linhas. “Revolução…pacífica”? O que quer dizer com isto? Que toda revolução tem que ser sangrenta? E a da África do Sul por acaso não foi o suficiente sangrenta para ele? O que este pulha pensa que é uma revolução? O que ele quer dizer com isto? Tem despeito por Mandela? Porque não se rasga todo? Talvez até relaxe, encontre o nirvana – ùia! – e fique feliz.)

” No caminho para o hotel, fui informado que 36 mineiros haviam sido barbaramente assassinados há pouco pela polícia no acampamento de Marikana, nas cercanias de Rustemburgo, durante uma greve. Também soube que, em uníssono, a Aliança Tripartite estava improvisando argumentos a fim de justificar o massacre. Separadas por apenas 180 km, a distância entre Marikana e Sharpeville não poderia ser maior…

Tudo isso faz parte da herança deixada pelo maior símbolo da resistência ao apartheid racial. Como decifrá-la? Em 1963, ao ser condenado à morte no Julgamento de Rivonia, Mandela era um homem disposto a arriscar a própria vida pela libertação de seu povo. Por ser o comandante em chefe da ala armada de seu partido ele ficou quase três décadas encarcerado e merece nosso mais profundo respeito.

No entanto, é necessário reconhecer que, na atual luta contra o apartheid social, os trabalhadores negros sul-africanos enfrentam sozinhos uma hegemonia deletéria que Mandela não economizou esforços para fortalecer. Para muito além da santificação do grande líder, algum dia, uma África do Sul emancipada saberá reconhecer e superar os limites deste legado contraditório.”

Ah, se ele fosse olhar o próprio rabo do legado sujo que a “esquerda” governista que ele defende deixará para nós todos…Ah, o despeito dos enjeitados…

Uma escrota tentativa de desconstrução da memória de Nelson Mandela. É isto que me pareceu o artigo. E Madiba não é o único alvo. Temos muitos alvos deste ódio racista por aqui. No Brasil do “doa a quem doer” está penando isto mesmo um certo Joaquim, que não me deixa mentir. É um fenômeno sórdido de nosso tempo brasileiro.

A cada cabeça de negro que aparece, uma foice racista passa zunindo.

É a bílis racista de uma esquerda branca cujas máscaras, como jacas, caem de maduras.

Este artigo lido assim, em suas entrelinhas, é um exemplo mais do que candente do quanto temos que avançar ainda para matar o monstro do racismo que habita a alma brasileira, insidioso monstro, doentio, solerte, covarde que faz uma pessoa como este articulista, supostamente um intelectual de esquerda, tecer considerações tão estúpidas e desprovidas de sentido (e de fundamentos), com o fim precípuo de desqualificar um indivíduo considerado um símbolo moral inquestionável de nossa mais completa humanidade, só porque este indivíduo é…um negro africano, líder de um país que mudou para melhor e que está dando certo.

São negros todos os bodes que eles querem mandar para o deserto, carregando todas as suas culpas e pecados.

Aqui, ó!

Falta-lhes compostura. Vão cair tarde e jamais serão enterrados com glórias em Qnu.

(Sério mesmo: Me envergonho de pertencer a raça humana nestas horas.)

Spirito Santo
Dezembro 2013

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~ por Spirito Santo em 19/12/2013.

2 Respostas to “Madiba, Mandela e a segunda morte do “negro insolente””

  1. É o que espero, rs rs. Este post aí, particularmente, deu revolta também até no autor da matéria que comento. O dito ficou revoltadíssimo de ter sido questionado tão duramente, pois se considera um paladino da liberdade e da justiça revolucionária por integrante do PSTU, um partido de esquerda.

    No fundo ficou mesmo é revoltado de ter sido flagrado como um racista vulgar e denunciado publicamente.

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  2. DIFICIL LER SEU BLOG SEM SE REVOLTAR…

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