“…Candombe, Candombe vamo viajá!..Êh Angoma!” Les Danses de Négres du Brésil et sa mimésis

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Danse de Maiambaia – Corte do Império do Brasil. 1838/1860 – François – Renè Moreaux (upload: Spirito Santo)

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Danse de Mozambique – Corte do Império do Brasil. 1838/1860 – Régis-François Moreaux  (upload: Spirito Santo)

François-Renè Moreaux e as danças africanas na Corte do Brasil

“Um festival brasileiro em Rouen

…Uma festa brasileira gigantesca foi  realizada em Rouen em 1550 por armadores franceses para celebrar a entrada de Henry II na cidade e incentivá-lo a estabelecer uma colônia permanente na América do Sul.

Uma aldeia indígena foi reconstruída ao longo do Sena. Foram arregimentados trezentos Tupinambás supostamente do Brasil, dos quais apenas cinqüenta eram genuínos, sendo os outros figurantes rouaneses que se apresentavam nus, organizados e preparados à moda selvagem.

Alguma vegetação foi plantada na margem do rio, árvores em fileiras apertadas, troncos pintados de vermelho e adornados com frutas artificiais para simular uma selva tropical, onde macacos e papagaios verdadeiros brincavam.

Os “brasileiros” simulavam caçar pássaros, cortar peças de madeira para carregá-las para um navio ancorado no rio. Como esperado, chegaram a fingir uma batalha, mas causaram terror da população quando o fogo começou a devastar o cenário.

…Em 1613, missionários católicos trouxeram índios tupinambás do Maranhão. Foram batizados em Paris, na Igreja de São Paulo, na presença de Louis XIII. Gravuras mostram esses índios vestidos com penas, mas vestindo trajes europeus, enfeitados com pedras e segurando seus maracás de feitiço.”

Le Nouveau Monde disputé/ Mireille Pastoureau
(tradução livre de Spirito Santo)

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Índios tupinambás levados á França em 1613. Vestidos com roupas francesas e adornos originais, foram batizados na igreja de São Paulo, Paris.

De como o branco europeu vê o “outro”. Já parou para pensar nisso?

É só este o mote desse longo papo.

Acabo de descobrir extasiado, naquele quase acaso dos escarafunchadores, um rascunho, um esboço de um pintor francês que, praticamente ninguém conhecia (eu, pelo menos nunca havia ouvido falar dele).

François-Renè Moreaux foi um pintor francês que veio com a chamada “missão francesa” de 1816. René se fixou no nordeste até vir para a Corte do Rio em 1838, ficando a partir daí muito ligado ao imperador como uma espécie de membro da equipe de pintores oficiais (a maioria dos seus quadros são grandes exaltações ao império). Régis-François Morreu em 1860. Seu irmão mais novo Louis-Auguste Moreaux, que veio com ele da França também teve carreira similar, falecendo 17 anos mais tarde.

Pois bem, esse François-Renè aí tem atribuído a ele um esboço chamado “Danse de Mozambique” muito semelhante à foto de Arsênio Silva de uma Congada, supostamente recriada, segundo este Titio, para os festejos do casamento da princesa Isabel.

O desenho (do acervo da Biblioteca Nacional) realizado entre 1838 e 1860 é um esboço à lápis grafite, para uma possível prancha colorida ou tela que François-Renè Moreaux (na verdade conhecido aqui como Moreau) faria – sabe-se lá – se fez.

A Impressionante imagem,  traz um grupo de escravos, homens e mulheres, dançando freneticamente num canto de rua ou praça da Corte, com roupas, à primeira vista, algo parecidas com as daquela polêmica foto de uma suposta congada flagrada por Arsênio Silva em 1864, que o Titio teimoso, enfaticamente declarou ser uma encenação preparada por algum artista da Corte, para os festejos do casamento da princesa Isabel.

(Se não viu ou não lembra, veja aqui o post chave dessa história)

Não se sabe se o esboço em papel, de pequenas dimensões (mais ou menos 30x20cm), virou uma prancha aquarelada ou uma tela, se não, terá sido uma lástima, falta irreparável, pois, perdemos aí detalhes essenciais sobre, além das cores, os materiais usados, as texturas possíveis, etc.

Deu frio a espinha.

Primeiro porque era um achado pra lá de inesperado, segundo porque a visão do desenho, me faria rever conceitos. O certo é que, a primeira vista a imagem lembrava sim, e muito, a foto de Arsênio Silva, o que me fez exclamar para mim mesmo:

” _ Queimei a língua!”_

Toda aquela minha abusada fieira de críticas à displicência acadêmica, sem que nem alguém da academia, imagino, no caso, tivesse se dado conta ainda da relação provável entre as duas imagens (duvido que não tenha sido eu!) iria ser desmoralizada, com o Titio, por sua própria culpa, sua máxima culpa, esbarrando com evidência tão candente e cabeluda de que, sim, existira entre a primeira metade do século 19 e o início da segunda, uma manifestação cultural de rua com algumas características muito semelhantes àquela congada esquisita que declarei impossível de existir naquele contexto.

Menos. Calma lá. Só que não. Aos poucos fui me recuperando. Ocorre que, quando vista em detalhes, aguçando o foco da lupa como o Titio gosta, as diferenças vão ficando flagrantes, algumas gritantes até.

Danse de Mozambique de François-René Moreaux

(Abra link com imagem original e faça os zoons que quiser)

Extasiem-se como eu, vendo: O grupo do esboço dança, loucamente, ao contrário do da foto, naquela sua pose de mise en scéne congelado, por causa das limitações técnicas da fotografia da época sim, mas também porque o peso das roupas pouco animava. Todos os chapéus e toucas do desenho possuem chumaços de pelo ou penas, idênticos aos da foto, mas observem que não possuem os tais constrangedores pompons europeus, nem aquelas toucas de pontas caídas tão “trás-aos-montes” portugueses da foto.

Como na foto de Arsênio Silva, todos no desenho usam calças comuns, de escravo, sob as saias, mas os do desenho de François-Renè parecem vestir, a guisa de camisa algum tipo de malha listada, semelhante talvez às malhas tricotadas, usadas em algumas danças de mukixes (mu-nkisi) e outras manifestações angolanas. O desenhista frisou bem as listas das malhas, provavelmente porque necessitava dessa referência gráfica para separar as cores na hora da pintura.

As mulheres do desenho (apenas uma bem visível, dançando) e os homens também, parecem usar adereços de cintura similares à saias rodadas, feitos de retalhos simétricos algumas, mas completamente diferentes das saias europeias de mulheres brancas, marca característica das escravas da foto de Arsênio Silva. Outra diferença sutil é que essas mulheres do desenho, usam chapéus idênticos aos do homens e nenhuma usa aqueles adornos tipo coroas da “congada” da fotografia.

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(upload: Spirito Santo)

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(upload: Spirito Santo)

É muito curioso também o fato dos quatro batuqueiros da foto de Arsênio Silva estarem em posição idêntica a da pose dos quatro batuqueiros do desenho de François-Renè. Este é o aspecto que mais me chamou a atenção. Maldei na hora.

Atenção, contudo, para a diferença fundamental entre os tambores que, no caso do desenho de René-François são, aparentemente todos de tronco escavado e não de tonéis (no caso dos tambores da fotografia, dois estranhamente, parecem nem pele conter, sendo barris comuns, vazios, usados só para a foto. Assim, apenas dois tambores da foto parecem ser reais, de tronco.)

(Reveja foto de Arsênio Silva aqui. Clique na imagem para zoom)

Vejam também que, embora o chapéu de alguns desses batuqueiros do desenho (o que está mais atrás dos outros) sejam um tanto idênticos a alguns da foto de Arsênio Silva, os outros três usam toucas ou chapéus bem originais e característicos, grandes, bojudos, algo diferentes daqueles da foto de 1864 e, sem nenhuma relação aparente com chapéus ou toucas europeus. Esta questão dos chapéus, aliás é bem instigante.

O grupo do desenho – feito como disse entre 1838 e 1860, bem antes da foto (1864) – seguramente é autêntico. Não há como negar que François-Renè testemunhou sim a performance desse grupo. Mas é, exatamente o fato de ser um testemunho ocular – mesmo em se tratando de um esboço – que nos revela as nuances e diferenças mais sutis.

Logo…

Sei lá. Tenho fortes suspeitas. Parece muito que o desenho serviu de modelo para a montagem da encenação da foto. O desenhista morreu em 1860. O irmão morre em 1877, logo, pode ter sido ele, Louis-Auguste Moreaux, o irmão de François-Renè quem cedeu o desenho para a encenação, se não tiver sido ele mesmo o encenador. Seria ele o ‘Metteur en scéne” que, premonitoriamente intuí?

Pelo sim, pelo não, Atesta-se assim, que pelo registro de François-Renè Moreaux, haviam, realmente congadas (ou “moçambiques”, sei lá) em meados do século 19 com look algo parecido ao da suposta congada fotografada por Arsênio Silva. Seria uma congada “das antigas“, em fase de transição?

Um grupo remanescente dessas congadas “antigas“, poderia ter sido arregimentado para a festa da princesa – porque não?- atuando naquela pose, como numa tentativa de reconstituição, mas a indumentária…hum, isto estraga tudo, gente…Essa, a da foto, não deve ser, de modo algum uma congada espontânea, autêntica.

Não é improvável, portanto, recapitulando à luz das inúmeras evidências de que o figurino da congada de Arsênio pode ser uma recriação artística (feita, talvez por um artista branco), que tenha sido usada alguma referência como base, algum esboço…o desenho de de René-François, por exemplo que, apesar de seus detalhes tão diferentes da foto, tenha sido usado por alguém como modelo, design, para informar a reconstituição.

…Ah! E permitam-me revelar a evidência mais prosaica e, ao mesmo tempo mais definitiva: Arsênio Silva chega à Corte, no mesmo ano em que François-Renè faleceu (1860). Contudo, muito provavelmente, naquele entra e sai de festas e recepções cortesãs, no beija-mão básico tão do agrado do imperador Mecenas e as reuniões do meio artístico, Arsênio e Louis-Auguste (o irmão mais novo de Fançois), muito certamente se conheceram.

“_Ah, ah! Não contavam com a minha astúcia!”

Só o Titio mesmo e seu mimetismo umbandista, macumbeiro e mui C.S.I para lançar esta!…Mas outras suposições abusadas são bem vindas aqui, não se avexem.

Ka-nkumbi, o sol que ilumina o Reinado do Kongo no Brasil

A forma, a estética do que chamamos congada vai ficando, no entanto um tema cada vez mais cabuloso. Vamos combinar: O nome dessas coisas, dessas manifestações todas é um matagal denso de ambiguidades. É muito dinâmico e, ao mesmo tempo conservador, “essencialista” , o panorama. Não temos dados organizados, alguns dados sequer existem, mas dá para se perceber que, alguma lógica há, isto há.

Na linha que estou traçando, por exemplo (entrei numa de tentar traçá–la em meu livro, como um quebra-cabeças transatlântico), temos Congadas-Cacumbis-Ticumbis-Moçambiques e outros tantos nomes mais para definir um mesmo (talvez) tipo de dança urbana de africanos, o que, convenhamos, não é uma seara fácil, confortável. É mato sem cachorro! É quase como cego em tiroteio, briga de foice no escuro.

(Fico só aguardando então o que dirão vocês agora. da parte mais eletrizante de nossa incrível descoberta, esta que vem a seguir:)

La Danse de Maiambaia? Qu’est-ce?

(Abra o link da imagem original e faça o zoom

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(upload: Spirito Santo)

Pois bem: Saibam que o mesmo desenhista – sim, François-Renè Moreaux – tem um desenho mais impressionante ainda que o anterior, flagrando numa rua da Corte outro misterioso grupo de africanos, seguramente composto – pasmem – por moçambicanos recém chegados, numa época, determinada entre 1840/1860, período de grande fluxo de moçambicanos que, por razões históricas e logísticas sabidas, não vieram para cá antes desse período.

Ao contrário do outro, este grupo contudo, é denominado “Danse de Maiambaia‘ embora seja, como disse, sem nenhuma dúvida um grupo de moçambicanos recém chegados. Que estranho, não?

“No princípio do século XIX, quando as restrições ao tráfico praticamente não existiam mais, uma média de 10 a 15 mil escravos saíam anualmente da costa oriental. Por volta de 1860, quando os britânicos já patrulhavam parte da costa, essa cifra chegou a 20 mil. Números que continuaram elevados nas duas décadas seguintes (CURTIN, 1978, p. 401-402).”

“Fevereiro de 1858, 320 negros desfilaram pela praça do porto de Inhambane e embarcaram, às 10 horas da manha, a 10 braços de distância da sentinela, para um barco negreiro espanhol (CAPELA, 1989, p. 60).

O incrível é que as roupas, nesse caso bem detalhadas, são autênticas roupas do que conhecemos aqui como “caboclos”, com penachos e saias de penas (veja post do Titio). Usam também chocalhos roliços, cilíndricos, nas pernas, exatamente como os grupos de moçambiques de MG mais tradicionais usam até hoje (“paiás”)

(Cena do meio, dançarinos e cortes com os paiás)

Uma coisa fui logo vendo como certa: A origem das “congadas de penacho“, pode assim ser bem outra, pois, logo a seguir (1880), como se sabe (veja post anterior) o Rio teve um surto de grupos, exatamente assim, chamados de Cacumbis (Ka-Nkumbi). A linha de tempo dessas “congadas de penacho” e, quiçá do “rito umbandista dos caboclos” vai assim se tornando muito mais complexa. A minha veemente aposta na simbiose romântica entre ameríndios e africanos, se enfraquece sensivelmente.

É possível ter acontecido essa simbiose bonita no nordeste do Brasil, no âmbito da formação das linhas afro-religiosas “de caboclo” e “de Umbanda”. A aproximação física mesmo, de africanos da área congo-angola, escravizados nos canaviais do Recôncavo Baiano com índios (pataxós, principalmente) está historicamente provada, mas como explicar relações culturais miméticas entre africanos, praticamente recém-chegados à Corte de D.Pedro II, com o século 19 ainda mal chegando ao meio, e indígenas meio isolados na Mata Atlântica, completamente ausentes do bafafá, do caldo cultural da Corte?

A descoberta faz recuar para cerca de 40 anos a ocorrência de grupos com esta estética de “caboclos de penachos”, registrada antes apenas a partir de 1880, como vimos sobre o nome congo-angola de Cacumbis. Impossível não reconhecer, a partir da análise do desenho de Régis-François, nesta “danse de Maiambaia”, a precursora estética dos cacumbis carnavalescos. Os penachos da Danse de Maiambaia só podem ser, pois, uma criação africana, revista, recriada aqui e ali talvez, mas, quase inequívocamente moçambicana.

Danse de Maiambaia, de Ma-inhambá, de Mu-inhambá, de Mu-inhambane
(Dança de gente do Inhambane) Como etimologia possível seria isto? Como saber?

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Chocalhos de tornozelo (“Paiás”) feitos com cilindros, provavelmente metálicos, idênticos aos de hoje.

Mas é, em tudo por tudo, sem dúvida – nunca se sabe, mas pode ser sim – até agora o primeiro registro gráfico, o mais antigo e detalhado, incrivelmente preciso de uma manifestação cultural africana na Corte Imperial.

Incrível!

Os desenhos aliás – outro enigma – possuem uma identificação estranha, bem duvidosa. O rascunho denominado “danse de mozambiques” mostra, como vimos, um grupo muito parecido com a foto de Arsênio Silva de 1864 (denominado grosso modo de “Congada”), sem nenhum elemento que justifique o nome (pelo que se sabe, seria gente da área Congo-Angola, referência principal para a prática de coroação de “reis do congo”) . Ao contrário, no entanto, o grupo denominado “Danse de Maiambaia‘ é que, sem dúvida nenhuma, se afigura como sendo um grupo de moçambicanos.

(Tenho, aliás, um palpite bem prosaico acerca disso: É que a caligrafia que assinala os títulos interpostos nos rascunhos – observem bem – não é a do autor e nem parece ser da sua época. Pode ter sido colocada ali por algum funcionário (a) mal orientado (a) que trocou os títulos das pranchas por engano). Difícil saber.

Em compensação, posso sim, no desenho dos penachos, identificar, precisamente, até mesmo de onde vieram esses escravos, apenas analisando a organologia dos instrumentos musicais típicos que usam, exclusivos de uma certa região de Moçambique: O Inhambane, Sul do país de Samora Machel.

As marimbas, pela forma de sua estrutura, os montantes laterais recortados, é uma parente da timbila dos Chopi, gente do Inhambane (a alça que dá portabilidade ao instrumento, incomum em Moçambique, é, tudo indica, uma influência angolana). O mais espantoso, no entanto é a precisa descrição gráfica do chocalho de junco Chiquitisi, exclusivo das regiões moçambicanas do Inhambane, Maputo, Gaza, Niassa.

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Marimbas do Inhambane, só que portáteis . Mulher á direita toca Chiquitsi. – (upload: Spirito Santo)

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Chiquitsi

Sempre intuí ser o chiquitsi o ancestral lógico do Patangoma (nome kimbundo-umbundo) dos ternos de moçambiques tradicionais atuais de Minas Gerais, apesar da forma diferente. Eis aí o elo perdido, a prova cabal!

E assim as pontas soltas do enigma da Diáspora negra não param de aparecer

Como explicar uma dança de moçambicanos recém-chegados assumir com a mesma provável estética de origem (os penachos) a feição de uma festa congo-angolana? E o nome congada? Como ele não aparece grafado em nenhum dos dois registros de Régis-François? Seria um nome imposto de fora para dentro, por cronistas e pesquisadores sem noção?

Ou seriam as duas danças, manifestações irmãs congo/angola-moçambicanas? Teríamos flagrado aí, nas pranchas rabiscadas a lápis pelo arguto desenhista francês o momento mágico da simbiose, da plena gestação, do acasalamento entre os nativos das selvas do Inhambane e os das matas do Mayombe angolano?

E…a pergunta que não quer calar: Cadê a influência nagô nessa longa história (rs rs rs rs rs)?

Como explicar, Gente? A primeira metade do século 19 é muito longe para termos elementos assim tão definitivos da cultura de pessoas sobre as quais não sabíamos até agora quase nada. Agora temos alguns fiapos. Nos cabe costurá-los num figurino real.

Fantástica, ao largo das pequenas intrigas suscitadas pelas fontes, a descoberta escancara uma janela enorme para outras maravilhosas descobertas e revelações. Tudo verde a desbravar.

Marráio! Primeirão!Hum…Sei não.

A Diáspora desperta de seu torpor colonial e sai andando.

Spirito Santo

Setembro 2015

 

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~ por Spirito Santo em 08/09/2015.

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