O Cavaleiro Negro de Alfama

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 Crioulização medieval. A obscura ascensão social do negro na Europa renascentista.


Vocês se lembram? Tem…sei lá, um mês atrás. Esbarrei, maravilhado, numa tela pintada em Lisboa, segundo várias fontes, no século 16. Estudando o tema da presença e do protagonismo dos negros no período, aquilo era um achado sensacional.  A obra, impressionante em seus detalhes meticulosos, era denominada “Chafariz Del Rey” e mostrava uma pequena e inusitada multidão composta por muitos negros e pessoas brancas, do povo.

Achei-a por acaso, postei-a e a mantive guardada numa gaveta virtual, ainda sem muitos dados a relatar sobre a mesma quando, surpreso a encontrei de novo, desta vez associada a uma pesquisa musical sobre o gênero afro-lusitano o “Rasga”, que segundo o pesquisador brasileiro José Ramos Tinhorão, provavelmente teria sido, criado por angolanos de Cabinda e seus descendentes nas ruas da Lisboa colonial.

Então vão vendo aí como são as coisas:

Uma pesquisa musical apenas, mais uma entre tantas. José Ramos Tinhorão, muitos sabem, estuda há tempos as relações sempre meio obscuras (e mal resolvidas) entre a música africana e a da ex-metrópole portuguesa, principalmente a música simbiótica das duas Cortes, Lisboa e Rio, com os exemplos do Fado e do Lundu rendendo acalorados debates musicológicos sobre bastardia, impureza, hibridismo e outras bobagens pós coloniais.

Mas agora, já era a iconologia, o estudo da tela que me fascinava. Vejam esta descrição do chafariz retratado no quadro feita por um arguto pesquisador:

…”O chafariz de el‑rei era, de entre todos, o mais concorrido como já o atesta a Relação […] dos arredores mais chegados à cidade de Lisboa e seus arrabaldes, pondo em evidência a diversidade dos aguadeiros que o frequentavam.

“…Os confrontos iam até às últimas consequências, de tal modo que, em 1551, o município determinou que a primeira bica só podia ser usada por homens escravos e libertos de todas as raças, que também podiam beneficiar da segunda, depois dos condenados às galés aí terem enchido os barris necessários às frotas; a terceira e a quarta bica destinavam‑se aos brancos livres; a quinta, às mulheres negras, escravas e libertas; e, finalmente, a sexta era utilizada pelas mulheres brancas. A quem infringisse a postura aplicava‑se a multa de 2 mil reis e três dias de cadeia, se fossem brancos; sendo de cor, seriam logo açoitados com baraço e pregão junto ao chafariz…”

Leia mais aqui

Comecei, por opção óbvia, a estudar a imagem no geral, interessado, principalmente na  sua datação, que varia, entre os diversos sites de arte medieval que consultei como tendo sido feita entre 1540 e 1620, sendo 1570 a data mais referida..

Era indispensável também confirmar a identidade, ou pelo menos a nacionalidade do pintor, ficando por fim confirmada, por todas as fontes consultadas a definição mais recorrente de que era mesmo um pintor holandês, anônimo entre os muitos que se estabeleceram em Portugal nessa época.

Curiosamente, aliás, fuçando mais um pouco, consegui encontrar uma segunda tela, a qual, pela temática e estilo, com quase toda certeza teria sido realizada pelo mesmo pintor, um díptico retratando Praça dos Mercadores , também em Lisboa (veja imagem abaixo).

imageMas era uma constatação óbvia. Pelo que se pôde, rapidamente investigar e confirmar, só os pintores holandeses se arvoraram na época, a abandonar a sacralidade explícita dos temas pictóricos da Renascença, para ingressar num barroco mais naturalista, que os encaminharia para o verismo e a utilização da pintura muito mais como a arte do registro fiel ou quase exato da realidade, e menos como mera representação ou exaltação hiper idealizada das virtudes morais do catolicismo, seus céus de cetim e seus infernos de arabescos rebuscados.

Os ventos da reforma protestante talvez tenham ajudado também os pintores holandeses (batavos ou flamengos, como eram conhecidos) a estabelecer esta relação algo positiva entre a pintura e uma verdade histórica possível. Muito longe ainda de termos a fotografia como meio de registro cabal da realidade, o barroco verista dos flamengos nos legou muitos documentos iconográficos indispensáveis á análise histórica, notadamente para nós, brasileiros, no período do Brasil Holandês de Maurício de Nassau.

Sempre nesses casos, de pesquisa cabeluda, sobre temas sobre as quais as fontes rareiam, sigo como um cão farejador, enveredando por uma ou outra via das muitas encruzilhadas que se abrem. Dessa vez decidi enveredar (como sempre por mera intuição) pelas entranhas da história do quadro, no qual Tinhorão havia pinçado um grande número de pessoas de ascendência africana, livres e escravas, dançando ou tocando instrumentos de música, numa verdadeira algaravia, numa praça de Lisboa no famoso e popular distrito da Corte, denominado Alfama.

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Corte realizado por José Ramos Tinhorão na tela “Chafariz Del Rey”, de autor anônimo, mostrando detalhe de mulher negra com um pandeiro.

Foi quando me deparei com uma surpresa fantástica, ali, bem visível, o mais surpreendente detalhe da tela, uma espécie de ousadia estilística do tal anônimo pintor holandês, com certeza interessado em marcar o seu trabalho com aquele detalhe tão inusitado e abusado para a época: Um estranhíssimo cavaleiro negro, africano talvez, vestido aos modos da mais fina nobreza branca, medieval, com dois outros homens a pé, à sua frente, ambos negros talvez, e vestidos aos modos de servos ou cortesões, escoltando o homem.

O cavaleiro, com a tez bem negra, cruzava a praça tranquilo, inusitadamente montado num cavalo luxuosamente paramentado. A indumentária inclusive, típica da nobreza ibérica da ocasião, ajudou bastante na datação, pois era, exatamente a moda dos fidalgos dali, nesta parte final do século 16, data alegada como sendo também, aproximadamente a da confecção da tela.

Mas como assim? Que mistério mais louco!

A descoberta era maravilhosa também por seu aspecto historiológico. Tratava-se do fim das Cruzadas, que marcando, profundamente a estratificação social da península ibérica, havia espalhado por aquela parte da Europa alguns poucos mouros (negros muçulmanos) convertidos ao catolicismo, produzindo rachaduras profundas no conceito de uma Europa branca, de sangue puro e  azul, diáfano.

A tela flagrava então, sem disfarces, a até hoje mal contada crioulização da Europa, com inúmeros casos de filhos e filhas bastardos, os (as) advindos de ligações sexuais fortuitas de nobres – e até Reis, como veremos – com servos (as) e escravos (as), a serem escondidos (as) das vistas da história, varridos para debaixo de tapetes de cinismo pomposo, sem origem sabida.

Quem seria e de onde teria vindo o nosso cavaleiro tão acintosamente exposto no quadro do desconhecido holandês? Se não era um mouro, como seu nome claramente português sugeria, de onde teria surgido este seu tão proeminente protagonismo?

O Reino do Kongo, mal acabara de ser “descoberto” por Diogo Cão. A escravidão, ainda não tão desabrida como ficou no século seguinte, estava ainda centralizada no Golfo da Guiné e mal se organizara como principal negócio do mundo colonial. Grande surpresa para todos nós, portanto encontrar tantos negros em plena Lisboa, espalhados naquela praça. E mais ainda: ela, a inquietante imagem do Cavaleiro Negro, altivo e misterioso, a nos fazer mais perguntas. Impossível não vê-lo, a mais estranha figura das centenas de buliçosas figuras da tela.

Enfim, como explicar um negro africano, fidalgo, desfilando na Lisboa do pleno século 16?

Das legendas sobre a tela que encontrei, a maioria ignorando, solenemente a presença do cavaleiro negro, as poucas que o citavam diziam, invariavelmente lacônicas que ele era um…”nobre africano “. Até que focando num elo específico da rede de intrigas que eu armara – um dos elos mais evidentes (o cavaleiro) –  consegui desvendar numa das legendas um dado crucial do mistério:

“Negro africano, cavaleiro da Ordem de Santiago com servos. Último quarto do século 16. Lisboa, circa 1570”

Ora vejam que incrível! Nosso personagem não era apenas um nobre fidalgo, diziam as novas resenhas. É que, como mais um enigma entre tantos – este o mais promissor – descubro então o curioso símbolo heráldico, que o insigne cavaleiro negro usa  (vejam: a marca da ordem gravada na capa ou toga que veste):  É mesmo o signo de uma ordem militar-eclesiástica:

A Ordem de Santiago ou dos Espadários.

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A Ordem de Santiago era semelhante a dos Templários (Ordem De Cristo), entre as três outras criadas pelo Vaticano (Aviz e De Cristo) no contexto das Cruzadas, como se sabe, uma guerra secular dos reis católicos europeus contra os invasores muçulmanos:

Mas afinal quem seria esse misterioso Cavaleiro Negro de Alfama?

De tudo que podemos averiguar em fontes as mais diversas, já que os membros da ordem eram indicados pelos reis grão mestres em exercício, no caso D.João III, surpreendentemente sete homens negros se tornaram cavaleiros nas ordens militares portuguesas (!)

“…Três na Ordem de Santiago (no século XVI), três na Ordem de Cristo (todos em 1609), e um na Ordem de Avis (1580). “

Os critérios principais para pertencer à ordem eram a “presença de qualidade”, ou seja o status social do indicado, principalmente seus laços de família e, em segundo lugar  a “pureza do sangue”.

…De forma geral, o impedimento de ser descendente de gentios (africanos ou índios), embora listado nos Estatutos da Ordem junto com aqueles que eram descendentes de muçulmanos e judeus, não afetava a limpeza de sangue e, portanto, era uma dispensa (autorização) relativamente fácil de receber do Rei.

“Alguns negros aproveitaram as oportunidades disponíveis na corte para avançar-se, seja através da educação ou atividades militares. “

…”Quase todos os casos envolviam pessoas que viviam em Portugal. Com apenas uma exceção, a dispensa (autorização) exigida foi por “falta de qualidade” (baixo nível social) e não por “pureza de sangue”.

A controversa exigência de “pureza do sangue” ao contrário do se poderia imaginar e ao que podemos constatar, incrivelmente não tinha caráter exatamente eugenista, racista, pois, dizia respeito muito mais a fatores ligados à bastardia, ausência de pai ou mãe conhecidos, à uma ascendência obscura enfim, fazendo com que a regras predominantes para a chancela de um cavaleiro fossem mesmo o seu status social, seu grau de nobreza explícita, e a relevância de seus serviços prestados à Coroa, embora o simples desejo ou capricho do rei, grão mestre da ordem, fosse ao fim das contas, o fator final e determinante.

“…Mais de 80% dessas pessoas (durante os séculos em que estas ordens existiram ou existem) receberam dispensas (foram ordenadas) por serem “mulatos”, e se tornaram membros da Ordem de Cristo (a maioria) ou da Ordem de Santiago...Mas só um dos sete cavaleiros ordenados neste período, que corresponde ao reinado de D.João III era descendente direto de africanos.

Só aí,  nest`ora iluminada, tantos séculos após ter sido grafado como o mui anônimo cavaleiro negro  da tela do Chafariz de Alfama, que ele, o nosso gajo crioulo então foi se revelando.

Sim! Apenas um dos sete cavaleiros ordenados neste período, que corresponde ao reinado de D.João III era descendente direto de africanos. O único entre os sete que preenchia todos estes requisitos…Este  era o tal Cavaleiro Negro de Alfama.

Não se sabe ao certo a sua origem, infância nem como foi parar nos serviços da Casa Real. As fontes consultadas são unânimes em afirmar apenas ser ele um legítimo africano, filho de um casal de gentios cuja presença em Portugal também tem lá suas desconhecidas razões. Existe a hipótese provável de que os pais de nosso herói tivessem tido ascendência mourisca, posto que no período, bem próximo ao fim das Cruzadas e da expulsão dos mouros da península ibérica, como já afirmamos, já era considerável a presença de mouros desgarrados na Corte, uns na condição de escravos, alguns poucos livres, todos convertidos, obrigatoriamente ao catolicismo e muitos trabalhando como servos junto à casas da nobreza e mesmo na Casa Real.

Não pode, no entanto ser desconsiderada a hipótese dos pais do cavaleiro serem oriundos da África Ocidental, ou mesmo de mais para o Centro Oeste do continente africano. É sabido que o tráfico de escravos para a Europa já estava autorizado e  legitimado pelo Vaticano desde 1452, com os portugueses, assumindo rapidamente o monopólio do negócio, por meio da instalação de entreposto comercial no Castelo de São Jorge de El Mina (em Gana) e sua utilização no armazenamento de cativos para a venda, cativos estes oriundos, principalmente da Costa Oeste e Centro Oeste do continente (até mesmo das imediações do Reino do Kongo (visitado por Cão apenas, cerca de, uns 40 anos depois da autorização papal)

O certo é que não se sabe, com certeza ainda nada de concreto sobre a biografia de nosso personagem antes do reinado de D.João III, figura a quem nosso personagem pode ser, indiscutivelmente associada. Sim. Ele, o africano, apesar de sua inusitada condição, aparece na crônica do reinado de D.João III como um importante membro do staff do rei, sendo por ele extremamente admirado. É dessa crônica, analisada em inúmeras fontes da história de Portugal do período citado, que conseguimos desvendar, quase sem nenhuma dúvida o nome de nosso cavaleiro:

Se chamava João de Sá Panasco, o Cavaleiro Negro de Alfama.

“…É fato que muitos africanos foram admitidos  na ordem, incluindo Luis Peres, (1550), D. Pedro da Silva (1579), e João de Sá Panasco que é citado (por D.João III) num documento real de 1547 como “o homem preto cavaleiro de minha casa”

Ora pois, João de Sá Panasco, o bobo da corte durante o reinado do Rei João III (1521-1557) – era o único entre os sete cavaleiros de ordens eclesiásticas portuguesas que descendia de escravos, fato que o pintor holandês, parece ter querido deixar, deliberadamente evidente, pintando o rosto do cavaleiro de um matiz negro profundo.

“…Entre os bobos evidenciaram‑se alguns escravos. João de Sá, mais conhecido por Panasco, «preto crioulo» nascido escravo já em Portugal,  foi uma dessas figuras a quem D. João III concedeu alforria e privilegiou com o hábito da Ordem de Santiago. Foi considerado um dos homens mais espirituosos do seu tempo;

Muitas novas questões, aliás, são suscitadas a partir da descoberta do nome de João Panasco, o “ homem preto, cavaleiro da casa” de D.João III. A primeira que me ocorreu é que, talvez o conceito “bobo” das cortes europeias, necessite de melhor aprofundamento. Afinal que atributos ou habilidades eram necessárias para um indivíduo exercer as funções de “bobo”?

“…João de Sá Panasco ( 1524-1567 – ), que começou como um bobo da corte em Lisboa, passou a se tornar um cavalheiro da família, manobrista do rei, um soldado que participou junto com o irmão do rei na campanha de Charles V na África do Norte em 1535, sendo por estes serviços feito membro da prestigiosa Ordem de Santiago.

 Afinal talvez o “bobo”, pelos dados obtidos nas fontes consultadas, notadamente no caso de João Panasco, não fosse, exatamente o cômico idiota que os romances, as revistas em quadrinhos e os filmes apregoam (importante ressaltar neste particular que a indumentária do “bobo da corte” mítico, tem um quê de arlequim ou personagem de Commedia Dell’arte, ou seja, uma função artística evidente, atributos que não aparecem nos detalhes da biografia de João.

É curioso no caso de João de Sá Panasco isto sim, a impressão de que este gozava na Corte de um status idêntico ao de qualquer outro cortesão, com grande ascendência e intimidade, quase amizade junto ao rei, de quem dá mostras de ter sido uma espécie de conselheiro ou amigo fiel.

Ressalte-se que, o fato de João Panasco ter lutado, junto do irmão mais novo do rei nas Cruzadas, pela lógica,deve ter sido o fator preponderante para a sua escolha como cavaleiro da Ordem de Santiago e não o fato de ser um mero bajulador engraçado, protegido do rei, condição que não o credenciaria jamais para ser mandado para enfrentar batalhas sangrentas.

(Sem falar nas batalhas morais, na defesa dos preconceitos que contra ele os demais fidalgos invejosos lançavam)

:…Na Coleção Política de Apotegmas, estão registados alguns dos ditos jocosos que lhe foram dirigidos e outros com que brindou os fidalgos. Aqui se destacam alguns desses ditos que a argúcia de João de Sá suscitou:

«Um dia apodando (troçando) a todos, não fez caso de um filho de certo Desembargador do Passo, que também ali estava; o qual desconfiado de o não apodar como aos demais, lhe perguntou: E eu, Panasco, que vos pareço? Olhou‑o ele por cima do ombro e respondeu‑lhe: vós pareceis‑me Fidalgo dando a entender que não o era. Riram‑se todos e o apodado ficou de maneira que tomara antes não ter falado.»

«[…] Estava João de Sá diante de el‑Rei D. Sebastião, que então era menino de sete anos e querendo abrir a bolsa e não podendo, lhe disse el‑Rei: “tirai‑a e ponde‑a na cinta a outrem e logo a abrireis”.»

«Estando doente Panasco em uma cama com lençóis, cobertor e cortinas tudo branco, foi a vê‑lo o Conde de Redondo, D. Francisco Coutinho e disse para outros Fidalgos, que lhe parecia mosca em leite.»

«Vendo‑o com o hábito de Santiago dizia o Conde: não lhe[s] parece a vocês saco de carvão com a marca da cidade?

(*Citações de Pedro José Supico, Colecção Política de Apotegmos ou ditos apudos e sentenciosos)

Todos esses fatores juntos nos dão o perfil de um homem notável que, pelo fato de ter origem africana, foi discriminado, desprezado o quanto o puderam desprezar, o que nunca conseguiu impedí-lo de ter deixado a sua marca, seu retrato na sua mais digna função, cavalgando eternamente no quadro do pintor holandês, este, ironicamente um europeu branco e anônimo.  

Um Salve eterno para João de Sá Panasco o nobre negão Cavaleiro Negro de Alfama

Spirito Santo

23 Janeiro 2017

http://www.buala.org/pt/a-ler/ser-escravo-quadros-de-um-quotidiano-dos-trabalhos-e-dos-dias

http://www.buala.org/pt/a-ler/ser-escravo-quadros-de-um-quotidiano-dos-trabalhos-e-dos-dia

 





 




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~ por Spirito Santo em 24/01/2017.

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