IH!…Será que o Samba funkeou de vez?


Será que o Samba funkeou de vez?

A Cia Editora Por enquanto Eu mesmo Ltda. Rio de Janeiro-Brasil apresenta:

… Ih? Saiu já o livro e nem me avisaram?

… Nada disso galera. Pura viagem, sacanagem (só pra vocês terem uma idéia, a capa fui eu mesmo que fiz, em poucas horinhas de um Photoshop bem básico.)

Capa direta é isto: O tema do livro está na cara:  Do ‘drumer boy’,  garoto batucador de tambor de batalha na  guerra de secessão norte americana ao Tião Miquimba, inventor do surdo de terceira do Samba, existe muita, mas muita história mesmo. Quase 300 páginas de ondas, firulas e babados.

(Ih, rapaz! Engraçado. Me lembrei agora mesmo que na minha infancia em Padre Miguel – se deu pra notar, mesma terra de Tião Miquimba – havia um amigo lá que chamávamos de …Miquimba. Até zoávamos o cara, dizendo:

_ “Não vem não! Se tu me quimba, eu também te quimbo !”

Brincadeira etimológica de suburbanos, supostamente incultos. Ele, o Miquimba meu amigo, ficava pra morrer. É que não sabíamos que ‘Miquimba‘ era uma palavra de verdade, uma palavra africana. Vai entender? Pois não é que me deu um flashback agora?)

Será que o Miquimba da foto (este mesmo herói que, como vocês vão saber em detalhes no livro, inventou o surdo de terceira do Samba) é o mesmo Miquimba da minha infancia? Bem que quando entrevistei o já ‘coroão’ Tião Miquimba para o livro, ele ficou me olhando assim meio de banda, ressabiado, com um meio sorriso sarcástico, como quem diz:

_”Que cara arrogante! Quem ele está pensando que é? Pesquisador é o cacete! Pois ele não é o ‘Deco’, aquele cara da Rua ‘L’? Que porra! O cara nem se alembra mais de mim!”

Caiu a ficha agora! Só pode ser! O meu herói Tião Miquimba esteve ali, pertinho de mim na minha infância e eu posso agora dizer pra ele: Sim. Me lembro de você sim, Miquimba.
Você é um dos meus Caras.

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Pesquisador sortudo, é o que sou. Fazer o que?

Livro eletrizante (embora não passe ainda de pura curtição de velho ansioso).

É que rolou uma história de Kindle, sacam? Editar o livro num código internáutico destes aí e distribuir on line, via amazon.com, penso eu. A proposta é da editora de e.books Nogla Sklar que manifestou vivamente o seu interesse em conhecer o material. Os detalhes são todos novidade para todos nós (‘quem lê tanta notícia?)’. esta história de palmtops kindle, livros on line, etc. e tal, é futurista pra caramba, né não? Quem entende desta história para me explicar?

(Se ninguém explicar, é sinal que a ideia é boa mesmo)

Na minha ‘fuçação’ básica esbarrei numa entrevista da Nogla Sklar para o site Digestivo Cultural’. Sedutora entrevista. Me rendi ao frescor absoluto da ideia, de cara. Oh! Coragem não tem canja de galinha!

É vero. O projeto do livro ‘encantado’ mudou de rota e ficou mais ‘muderno’.

…Reticencias felizes.

(Esta chamada aqui do blog estará aguardando mais conteúdo oriundo desta nova viagem na qual o que será, será.)

Aguardem a notícias.

Grupo Vissungo: Curta de novo este sonho


Ricos comerciantes Ovimbundos (Angola) olham entre ressabiados e contrariados para a câmera do fotógrafo inglês James Johnston em 1893
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VISSUNGO rides again!

O Vissungo rolou de 1975 até 1996. Espécie de emblema musical de uma época e de um tipo de atitude diante da cultura brasileira, pouca coisa deixou, profissionalmente, registrada. A idéia contudo não morreu. É brasa dormida. A novidade reamadurece como uma fruta que voltou a ser tenra, pois, já existe na cabeça de alguns românticos empedernidos (leia POST SOBRE O ASSUNTO) a intenção de gravar um CD definitivo do grupo.

No rastro do projeto do CD físico e online (ou seja em corpo e alma) anda se falando numa série de shows ao vivo, com convidados engrossando o caldo da proposta que, será toda monitorada, registrada ou ‘makingoffeada’ num blog específico, para o qual este post aqui vai ser transferido, brevemente.

Quem viver verá.

A sua força e desejo, vai ser uma parcela considerável da concretização da virtual esperança em realidade. Curta e comente.

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